sexta-feira, 23 de agosto de 2013

MAÇONARIA, UMA GRANDE FLORESTA


Essas árvores retas, altaneiras, representam as pessoas que procuram fazer tudo, isso é, dentro da lei. As carregadas de bons frutos são as pessoas caridosas que estão sempre dispostas a oferecer algo ao seu semelhante. Aquelas secas, sem frutos, sem folhas, sem flores, sem sombras, representam as pessoas que não lutam para crescer e prosperar, que se acomodam com o pouquinho de luz que lhe sobra e vão vivendo. Aquelas esguias, que se intrometem entre as mais velhas e fortes, são as pessoas que procuram amparo, que querem vencer e se apegam às mais fortes e brigam por um lugar ao sol e logo conseguem: são vencedoras. Aquelas tortas, fora do eixo de equilíbrio, queriam vencer a qualquer custo, procuraram a luz em outro ponto e caíram com a força do vento por estarem desequilibradas.
Queriam alcançar o sol de qualquer maneira e fracassaram. As baixinhas, embaixo das grandes, são os acomodados que querem sempre estar na sombra dos outros e não crescem. Não morrem, mas não serão felizes.
Essas florestas parecem com a Maçonaria. Muitos altaneiros, outros acomodados. Alguns estudiosos. Vários sem vontade de aprender. Tantos vencendo pelos próprios méritos, outros querendo algo sem fazer por merecer.
Todos irmãos! Todos plantados na mesma floresta! Todos recebendo os cuidados do mesmo chacareiro! Paciência! Não há o que mudar! Vamos recolher lenha seca, limpar os caminhos, proteger as nascentes dessa grande floresta, para que possa continuar possuindo flores, frutos saborosos, árvores frondosas e palmeiras seculares. Maçonaria uma grande floresta.

Jornal O Esquadro • Orador/Gurupi (08/99)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

CAPÍTULO PRÍNCIPE DO AGRESTE REALIZA PALESTRA NO COLÉGIO CONHECER EDUCACIONAL

Na manhã de hoje os valorosos sobrinhos do Capítulo Príncipe do Agreste fizeram uma explanação do que é a Ordem DeMolay para os alunos do Colégio Conhecer Educacional.
O tema da palestra era a própria Ordem e a sua história que o Mestre Conselheiro e palestrante César Dias demonstrou dominar muito bem.
Mais uma vez o Capítulo está de parabéns pela atitude.
Também não podemos deixar de citar e agradecer pelo ótimo acolhimento que tivemos a todos da equipe do Conhecer Educacional, em especial ao seu diretor Clodoaldo Barbosa.






terça-feira, 20 de agosto de 2013

20 DE AGOSTO - DIA DO MAÇOM



A explicação para a determinação do dia 20 de agosto baseou-se na histórica Sessão conjunta das Lojas “Comércio e Artes” e “União e Tranqüilidade”, no Rio de Janeiro, onde o Ir.'. Gonçalves Ledo pronunciara um discurso inflamado, fazendo sentir a necessidade de proclamar-se a Independência do Brasil, cuja proposição foi aprovada pelos presentes e registrada em ata no 20º dia do 6º mês maçônico do Ano da Verdadeira Luz de 5822, interpretado como se fosse o dia 20 de agosto.
O 20 DE AGOSTO, DIA DO MAÇOM, foi escolhido, porque nessa data, que realmente a nação se tornou independente, por força e decisão da maçonaria.
E é uma efeméride nacional consagrada e, como tal, deve ser comemorada com toda pompa, pois a Maçonaria em muito contribuiu para a efetiva emancipação político-social do Brasil e os Maçons de um modo geral devem reverenciar seus membros responsáveis pelas idéias e as efetivas ações, mas sempre sabedores da verdade histórica.
- Esta data consta do art.179 da Constituição do Grande Oriente do Brasil e do art. 275 do Regulamento, ordenando a comemoração da data no dia 20 de agosto.
Desde 1923, encontra-se na BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO, a Certidão das Atas do Grande Oriente do Brasil, de 1822, com o título DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DA INDEPENDÊNCIA, VOLUME I, LISBOA – RIO DE JANEIRO, 1923 – A MAÇONARIA E A INDEPENDÊNCIA.
Neste documento, grafa quando se refere à “Ata da Sessão de 20 do 6º mês Ano 1822”, a data correspondente no calendário Gregoriano como “(9 de setembro)”.
Em 20 de agosto de 1822, foi convocada uma reunião extraordinária do Grande Oriente do Brasil por Joaquim Gonçalves Ledo , em face da ausência de José Bonifácio, Grão-Mestre que se encontrava viajando. Gonçalves Ledo seu substituto hierárquico na maçonaria brasileira, profere um eloqüente discurso, na ARLS Arte e Comércio em 20 de Agosto, onde era 1º Grande Vigilante. Expondo aos maçons presentes à necessidade de ser imediatamente proclamada a Independência do Brasil.
Por causa do discurso proferido, a proposta foi votada e aprovada por todos os presentes.
A cópia da ata dessa reunião foi encaminhada inmediatamente a D. Pedro I que se encontrava também viajando e, recebeu tal decisão às margens do riacho do Ipiranga em 7 de setembro, ocasião que o Imperador proclamou a Independência do Brasil por encontrar respaldo e mesmo determinação da maçonaria brasileira.
E em 1994, nos Estados Unidos, o DIA INTERNACIONAL DO MAÇOM, comemorado em 22 de fevereiro, data de nascimento de GEORGE WASHINGTON, o artífice principal da independência daquele país.

domingo, 18 de agosto de 2013

POSSE DO CAPÍTULO PRÍNCIPE DO AGRESTE

Hoje pela manhã, no Templo da Loja São José nº14, tomaram posse os oficiais do Capítulo Príncipe do Agreste para o 2º semestre de 2013.
O Mestre Conselheiro César Dias foi empossado para a sua segunda gestão consecutiva, assim como os demais membros da diretoria.
Desejamos a esses valorosos jovens muita perseverança, ânimo e sabedoria, para o fortalecimento do Capítulo e, consequentemente, da Ordem DeMolay.

                                      














APAGANDO VELINHAS!

Quem está apagando velinhas hoje é um dos nossos Irmãos mais queridos, o eterno Mestre de Cerimônias da Loja São José e Presidente do Conselho Consultivo do Capítulo Príncipe do Agreste,  Ir.'. Agenor Lucas.
Que o G.'.A.'.D.'.U.'. abençôe a você e a toda a sua família para que continues sendo o grande Obr.'. que já é.


sábado, 17 de agosto de 2013

A CONJUNTURA CONFLITIVA DA ARTE REAL

Como cediço, a história da moderna Maçonaria, mais conhecida nos países europeus como Francomaçonaria (franco: livre, desobrigado & maçonaria: confraria de pedreiros), e também denominada Maçonaria dos Aceitos (em Portugal, Aceites) ou, ainda, Maçonaria Especulativa, tem início a partir da constituição da Grande Loja de Londres em 24 de junho de 1717, quando houve a reunião solene das quatro principais Lojas daquela cidade: a “Goose and Gridiron” (O ganso e a gralha); “Crown” (Coroa); “Apple Tree” (Macieira) e “Rummer and Grapes” (Taça e uvas).
A data escolhida para essa reunião não foi uma casualidade, pois, como se sabe, em Maçonaria cuida-se da simbologia como princípio abstrato que se materializa em realidades particulares concretas, por meio das quais tais estruturas, embora imperceptíveis aos olhos profanos, são manifestadamente claras aos iniciados.
Assim, o dia 24 de junho marca não apenas o solstício (o retorno do astro rei, o Deus Sol Invictus) de verão no hemisfério norte, mas também presta homenagem a João Batista, um dos copatrocinadores da Maçonaria, cuja cabeça decapitada foi dada de presente a Salomé por seu padrasto, o rei Herodes Antipas.
Pesquisadores mais sensatos não situam o momento pré-Maçonaria Especulativa como perdido “nas brumas da antiguidade”, no dizer do teosófico inglês, Charles Webster Leadbeater, aceitando sua progênie nas antigas confrarias de pedreiros, arquitetos e construtores patrocinadas pela Igreja Medieval, o que não invalida, sob qualquer aspecto, a tese de que outras agremiações teriam ajudado na composição da estrutura filosófica e simbólica, a exemplo das guildas (associações de auxílio mútuo constituídas na Idade Média entre as corporações de operários, artesãos, negociantes ou artistas) holandesas, os carbonários, os rosa-cruzes e algumas corporações germânicas.
Voltando ao tema da conjuntura pré-Maçonaria Especulativa, além da referência explícita ao rei Salomão e seus planos de construção do “bet-El” (bet, casa & El, Senhor), a Arte Real pode ter ganho tal denominação sob o patrocínio do rei Carlos II (Charles II, em inglês), restaurador do trono da Inglaterra que, após a execução de seu pai, Carlos I (Charles I, em inglês), seria governada pela ditadura militar de Oliver Cromwell, autonomeado Lorde Protetor.
Carlos II subiu ao trono após a restauração da monarquia na Inglaterra e Escócia, pouco depois da morte de Oliver Cromwell. O monarca casou-se com a princesa Catarina de Bragança, filha do rei João IV de Portugal, que o influenciou a se converter ao catolicismo romano. Seu irmão, Jaime II (James II, em inglês), também se converteu à fé católica, o que provocou uma oposição dos protestantes contra ele. Em 1679, deflagra-se a chamada “crise de exclusão”, promovida pelos protestantes mais radicais, que, por fim, conseguiram excluí-lo da linha sucessória.
Dado interessante é que, a partir desse conflito, surgem os primeiros partidos políticos ingleses: os conservadores (“whigs”, abreviação de Whiggamore, membros de um grupo escocês que marchou para Edimburgo em 1648 com o intuito de limitar os poderes reais e aumentar a participação do parlamento) e os liberais (“tories” [do irlandês, "tóraidhe", fora da lei, ladrão], membros da facção jacobita que intentavam preservar a estrutura política tradicional e combater a reforma no parlamento).
Faz-se desnecessário dizer que o termo jacobita deriva de Jacó, variação hebraica do nome bíblico Tiago ou Jaime (Ya’aqov, em hebraico; Jacó, Jaime, Tiago e Diego, em português; James, em inglês; Jacques, em francês; Giacomo, em italiano).
Como convinha à classe dominante da Grã-Bretanha a pacificação entre os jacobitas católicos (partidários de Jaime II ou Jacobus rex [em latim]) e os partidários de sua filha protestante Maria II, casada com Guilherme de Orange, a Maçonaria Especulativa adotaria, também, o epíteto de Arte Real.
Fato é que, a partir do séc. XVIII, todos os reis ingleses, bem como a maioria de seus ministros têm-se tornado Maçons, embora a pacificação tendia a demorar-se mesmo porque os adeptos dos princípios realistas (royalists) apoiavam o jacobinismo por acreditar que o parlamento britânico não tinha autoridade para interferir na sucessão real.
Essa cena particular da história da Grã-Bretanha foi levada ao cinema, mostrando o levante escocês contra as forças invasoras inglesas, envolvendo o sistema dos clãs guerreiros das “highlands”. (região das montanhas na Escócia)
A Maçonaria, antes operativa, ou seja, privativa dos membros da confraria dos arquitetos e construtores, tornar–se-ia então especulativa, aceitando, por meio de adoção iniciática, todos os homens livres, pois àquela época a mentalidade era predominantemente escravagista, e de bons costumes, tendo como primado o aperfeiçoamento espiritual e moral e que, ademais, pugnavam para que fossem estabelecidos laços indissolúveis da verdadeira fraternidade, sem distinção de raças ou crenças, condição indispensável à paz e à compreensão entre povos.
No mundo conturbado de hoje, tem-se a Maçonaria como o mais belo sistema de conduta moral, que, dentre outras, capacita seus iniciados a vencerem suas paixões, dominarem seus vícios, ambições, desejos de vingança, e tudo o mais que oprime a alma humana, tornando-se, sem alarde nem excessiva publicação, exemplo de fraternidade, de igualdade e de liberdade.
Por tudo que ela representa, pode-se afirmar que, apesar de conflitiva, a Maçonaria é a Arte Real da dignificação humana.
 Ir.’.Getúlio Medeiros • M.’.M.’.
www.revistauniversomaconico.com.br

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

O 1º TRATADO DE PAZ DA HISTÓRIA

O Tratado de Kadesh, um dos primeiros exemplos registrados de um tratado internacional, foi celebrado no século XIII a.C. entre Ramsés II do Egito e Hatusil III, rei dos hititas. Exemplar do Museu de Arqueologia de Istambul, Turquia.
Kadesh (ou Qadesh, em outra grafia, usada em diversos idiomas, por alguns autores também no português) é uma cidade cananeia localizada sobre o rio Orontes, onde hoje é a Síria ocidental. Os restos da antiga cidade estão preservados em uma grande elevação artificial, Tell Nebi Mend, onde está situada uma pequena povoação árabe.
Kadesh chamou a atenção no mundo antigo como uma das duas cidades cananeias – a outra foi Megido – que liderou a coalizão de cidades-Estado que se opuseram à conquista do Levante por Tutmosis III, faraó egípcio de 1.479 a 1.426 a.C. Kadesh foi provavelmente levada a fazer parte dessa oposição pelo governante de Mittani, o principal rival estrangeiro do Egito no controle do levante. A derrota de Kadesh na subsequente Batalha de Megido acabou resultando na submissão da cidade à hegemonia egípcia, assim como o resto do sul da Síria. A troca de correspondência entre o governante de Kadesh e o faraó Akhenaton foi preservada nas cartas de Amarna.
A cidade é mais conhecida, contudo, como o lugar da mais bem documentada batalha do mundo antigo, a Batalha de Kadesh, travada entre as super-potências do século XIII a.C.: os impérios egípcio e hitita. Depois de cerca de 150 anos de vassalagem ao Egito, a cidade de Kadesh em algum momento submeteu-se à suserania hitita, tornando-se assim território contestado na fronteira entre os dois impérios. Diante da crescente ascensão política hitita e consequente expansão para o sul, o faraó egípcio Ramsés II respondeu com uma agressiva ação militar. A batalha resultante, travada perto de Kadesh, por pouco não resultou num desastre militar egípcio frente às forças hititas comandadas pelo Rei Muwatali II. Ramsés II conseguiu, contudo, reverter a situação, e os dois exércitos retiraram-se em condição de empate, ambos proclamando vitória. Kadesh, porém, continuou sob o domínio hitita.
O subsequente impasse entre o Egito e o Hatti em última instância resultou no que é hoje reconhecido como um dos mais antigos tratados internacionais de paz existentes, firmado algumas décadas após a batalha de Kadesh, entre Ramsés II e seu homólogo hitita, o rei Hatusil III, que reinou de 1.275 e 1.250 a.C. Cada soberano recebeu um original do tratado, em sua língua e na língua do adversário e em cujos respectivos textos cada um considerava-se vencedor. O rei hitita impôs que o Grande Faraó deveria esposar uma princesa hitita, o que não difícil para Ramsés aceitar, bastou-lhe apenas acrescentar mais uma esposa à sua lista de rainhas, mas o nome da princesa não passou à história. Sua predileta continuou sendo Nefertari, famosa por sua beleza.
A importância do tratado de paz firmado em Kadesh é historicamente tão grande que o saguão do edifício-sede das Nações Unidas em Nova York ostenta uma cópia do texto do mencionado documento.
 Ir.’. Marcos André

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

SALOMÃO - ESTÓRIAS, MITOS E LENDAS

Salomão é o nome mais respeitado que existe no seio de um imenso número de religiões, seitas e Sociedades Secretas. Por que Salomão se tornou tão importante perante tão heterogêneos sistemas místico-religiosos? Por que tantas linhas de pensamentos, muitas vezes bem diferentes confluem até Salomão? Quando se fala de Salomão torna-se muito difícil separar o que é verdade do que é lenda, sendo assim quase impossível se estabelecer os limites onde termina a verdade histórica e onde começa a lenda. Quando Davi estava avançado em idade ele ansiava por cumprir uma promessa que não era somente dele, mas também de todo o povo hebreu: Edificar um grande templo dedicado ao deus de Abraão e que ele próprio não pudera construir em virtude das inúmeras guerra com que se ocupou em todos os anos de sua vida.
Afim de que tenhamos uma melhor compreensão do problema que tentamos evidenciar, é oportuna uma comparação entre acontecimentos relatados na Bíblia com os que são citados no Alcorão, livro sagrado dos islamitas, e ligados ao Rei Salomão, para que se tenha conhecimento de muitos pontos que são obscuros numa tradição e bastante clara na outra. Embora não esteja relatado na Bíblia, mesmo assim, é verdade que Salomão, quando da velhice de seu pai Davi, não estava presente na Palestina. Ele, segundo algumas informações contidas em documentos particulares de algumas ordens Iniciáticas, estava no Egito para onde fora a fim de tomar conhecimento do como estavam sendo dirigidas as Escolas Iniciáticas, e sobre a natureza do que, e de como, estava sendo ensinado lá, pois isso dizia respeito diretamente à sua principal missão na terra. Salomão tinha como primeiro objetivo expurgar as influências do lado negativo dentro das fontes de conhecimento de então. Sabe-se que em Memphis, Salomão foi iniciado nos GRANDES MISTÉRIOS egípcios, numa Escola ligada diretamente à Grande Fraternidade Branca, naquela época sediada no Egito. Com a aproximação da morte de David, Salomão foi chamado do Egito e quando chegou à Palestina, o seu irmão Adonias estava praticamente no poder.
A Bíblia não traz referências quanto à vivência de Salomão no Egito. Aquele livro apenas cita que ele desposou uma filha do Faraó ( Reis I 3-1 ). Também em Reis 14.29 e seguintes é citado que a sabedoria de Salomão era maior do que a sabedoria de todos os reis do Oriente, e do que a sabedoria dos egípcios. Vê-se que Salomão estava de alguma forma ligado a várias fontes de conhecimentos, especialmente aos conhecimentos dos egípcios. Quando Salomão esteve no Egito, haviam transcorrido cerca de 482 anos desde a partida dos hebreus do Egito e de quando eles trouxeram grandes conhecimentos secretos, razão da contra ordem dada pelo Faraó para deter o êxodo. A sabedoria de Salomão derivava das próprias tradições de seu povo, mas, então aquela sabedoria, em parte, havia não apenas sido esquecida, mas principalmente adulterada pela Conjura e por influencia da natureza negativa, tendo a frente Jehová.
Naquele período as Escolas de Mistérios ainda estavam muito ativas e possuíam muita sabedoria. Por tal razão Salomão foi enviado ao Egito, a fim de se inteirar do como as verdades estavam sendo guardadas e ensinadas. Salomão mostrou ser uma pessoa de sabedoria incrível. Conhecia todos os segredos da história da humanidade, dominava todos os conhecimentos da sua época bem como do passado. Não era uma pessoa comum e nem “santa”, segundo os atributos dos santos da Igreja Católica. Essencialmente era uma pessoa sábia, de consciência clara, portanto. Na primeira fase de sua vida pública, o que ele tinha de especial era um conhecimento imenso, algo fora do comum; estava infinitamente adiante dos demais seres de sua época.
O que havia nele de especial era o saber, e não um caráter de bondade piegas. Foi àquele jovem rei, Salomão, a quem Davi deu a incumbência de construir um templo, onde deveriam ser guardadas a Arca da Aliança, juntamente com as Tábuas da Lei. A Maçonaria explica de forma muito especial e detalhada as diferentes etapas da construção daquele templo e praticamente baseia a sua ritualística nele. No que diz respeito a Salomão haver construído um templo, o qual era um compromisso do povo hebreu para com Jehová, é mais um paradoxo. Pois se Salomão tinha conhecimentos da infiltração do lado negativo da natureza no seio da cultura e da religião hebraica, por qual razão ele construiu aquele templo? Sendo Salomão sabedor da natureza de Jehová, não é fácil se entender como se dedicou àquela construção. Se Salomão não empreendesse a construção do templo, os hebreus continuariam inabalavelmente no propósito de construí-lo mais cedo ou mais tarde.
Assim sendo, Salomão preteriu ele mesmo empreender aquela obra. Construindo o templo, Salomão poderia dar-lhe um outro destino, e foi assim que aconteceu. Por um lado, atendeu aos anseios do povo, enquanto que por outro deu-lhe um objetivo bem diferente. Seguiu as especificações técnicas e arquitetônicas, mas a destinação prático dada foi bem diferente. O templo não era apenas um local de acendimento religioso, mas sim uma verdadeira universidade, apta a funcionar essencialmente como uma Escola de Mistérios, semelhante àquelas que existiam no Egito Antigo. Levado pelo seu imenso saber, e especialmente por haver sido membro destacado das Escolas de Mistérios no Egito, o rei Salomão construiu o Templo de Jerusalém de maneira a funcionar como uma Escola de Saber Oculto, e não apenas uma casa de devoção a Jehová. Salomão, o Rei de maior sabedoria entre todos os reis…
Qual o imenso saber de Salomão? – Já dissemos que ele foi um INICIADO nos Mistérios Menores e Maiores, da Escola Iniciativa de Memphis, no Egito. Os Mistérios Menores envolviam todos os conhecimentos históricos e científicos da humanidade, mas somente com os Mistérios Maiores é que o postulante aprendia o domínio da mente. Além do conhecimento, já existente nas Escolas de Mistérios de Memphis, Salomão dominava magistralmente os ensinamentos da Cabala Hebraica, especialmente pelo seu saber inato, que trazia consigo, pois sua consciência era uma projeção da Consciência Cósmica na terra. Foi exatamente essa capacidade natural o que motivou o seu pai, Davi, a enviá-lo para o Egito, afim de melhor tomar ciência do que ensinava-se lá; e assim, com mais habilidade, pudesse sucedê-lo como rei de Israel, mesmo que tal atitude viesse a ferir o direito de progenitura de Adonias. Adonias não tinha propensão para o saber oculto, era um espírito sem desenvolvimento algum, por isto nos bastidores da Conjura, ele era o tipo ideal para governante. Jamais alguém como Salomão poderia ser da simpatia da Conjura do Silêncio, e bem menos ainda ser aceito pela força negativa. Naquela disputa, entre Adonias e Salomão, havia um jogo tremendo entre os OBSCURANTISTAS, os INICIÁTICOS, e especialmente a FORÇA NEGATIVA.
Por ser detentor de conhecimentos ocultos, especialmente aqueles ligados à Cabala, Salomão foi aceito como o protetor dos magos. É tido como o rei da magia, das ciências ocultas, do hermetismo, entre outros. Através desses conhecimentos ele se impõe aos cultivadores das doutrinas secretas, das diferentes formas de magia, da maçonaria, e de quase todas as saciedades e doutrinas secretas do ocidente. Como um dos principais reis de Israel ele chegou a ponto das grandes religiões do ocidente, como o Islamismo e muitas Igrejas Cristãs, tê-lo no mais elevado conceito. Dizem, os cabalistas, que Salomão foi o maior entre os maiores conhecedores dessa ciência. Ele detinha, segundo todas as fontes de informações, um poder incrível sobre as forças da natureza. Assim, o grande poder de Salomão, dominava todos os gênios da natureza. Diz a tradição, que ele impunha a sua vontade sobre todos os “demônios” ( Não cabe nesta palestra discutir se os gênios, anjos, demônios, Djins, elementares e outras formas de existência são reais ou imaginários. Citamos essas entidades para justificar o porquê de Salomão ser reconhecido simultaneamente por cristãos, magos, feiticeiros, cabalistas, místicos, etc). Salomão é respeitado pelos magos e feiticeiros de todos os tempos. Seu nome aparece nos livros sagrados dos cristãos e dos islamitas, ou nos tratados de magia branca, assim como de magia negra; nos livros de Maçonaria e nos de inúmeras outras ordens iniciáticas e sociedades secretas. Apenas entendendo a problemática da humanidade, no que diz respeito aos obscurantistas e aos iniciáticos, é que se pode tirar as dúvidas, afastar as desconfianças. Do contrário se torna decepcionante ver o nome de Salomão ligada à seitas demoníacas, e a muitas formas de conhecimento oculto.
Passemos às lendas, aos mitos, e à algumas histórias ligadas a Salomão. O grande Rei, dizem, era detentor de um anel mágico, um anel cabalístico que lhe dava poderes maravilhosos, e no que existia desenhado o famoso SÍMBOLO DE SALOMÃO, também conhecido por SIGNO SALOMÃO, por ser usado pelo Rei como sinete, com o qual eram autenticados os documentos. Ainda existem alguns daqueles documentos, autenticados com o anel de Salomão, em arquivos de sociedades secretas e mesmo em museus. O anel de Salomão era um talismã valiosíssimo com o qual Salomão submetia, à sua vontade, todos os gênios e demônios. A Tradição Místicas dos árabes é riquíssima, no que diz respeito aos imensos poderes do REI no domínio de todas as forças da natureza. Pela Bíblia pode-se sentir o quanto era vasta a sabedoria do GRANDE REI.
Uma das tarefas de Salomão foi a construção do Templo de Jerusalém, promessa do povo hebreu ao deus de Abraão, e o principal desejo de Davi. Dizem as tradições de algumas doutrinas, que na construção do templo não se escutava qualquer ruído, embora ali, a pedra fosse trabalhada profusamente. Para explicar isto, muitos afirmam que as pedras foram trabalhadas em pedreiras distantes, transportadas já devidamente cinzeladas até o local da construção, onde somente montavam-nas. Mas os que assim afirmam, desconhecem a verdade. Uma verdade velada dos grandes mistérios das civilizações antigas. O fato dos blocos serem transportados não explica a falta de ruídos da construção, dos deslocamentos de blocos e da cooptação de uns nos outros. Mesmo numa de nossas construções atuais feita com pequenos tijolos de barro, para ajustá-los devidamente escutam-se batidas de ferramentas. Como, então, explicar que na construção do Templo em que foram utilizados blocos grande de pedra barulho algum fosse propagado? Para explicar isto, invoquemos o que está escrito nos livros religiosos islamitas. Salomão, na construção do templo, invocou o auxilio dos “gênios” graças aos poderes cabalísticos que possuía. Assim, os gênios se submeteram a vontade de Salomão, e foram obrigados a trabalhar como escravos. Mesmo construído por gênios, Salomão tinha o sossego quebrado pelos ruídos da lapidação das pedras, pelo ajustamento dos blocos nas paredes. Incomodado por isso, o rei indagou um dos “gênios” se aquele trabalho não poderia ser feito em silêncio, e assim exigiu que a obra fosse trabalhada sem ruído algum. Os “gênios” disseram que tal fato era impossível para eles, mas que existia um “gênio” que possuia tal conhecimento, porém fugira à convocação de Salomão. Este, por meio de processo mágico localizou o “gênio” rebelde e usando o poder do seu anel submeteu-o, e este foi obrigado a revelar o segredo dizendo: “Oh Rei. Cobre o ninho daquele corvo com uma campânula de pedra e descobrirás aquilo que desejas”. Salomão assim procedeu e verificou que o corvo, ao regressar para o ninho, e encontrar os ovos cobertos voou e regressou com um certo tipo de erva, que depositou sobre a campânula de pedra sob a qual estavam os ovos.
A erva libertava uma seiva, e esta amolecia completamente a pedra, e assim o corvo conseguiu com o bico, libertar os ovos. Imediatamente o Rei ordenou que aquela seiva fosse utilizada para tornar os blocos de pedra amolecidos, o que proporcionou tudo ser construído em silêncio. Depois dos blocos cortados, moldados, e ajustados novamente eram solidificados. Isto, por certo, é uma das lendas sobre Salomão, mas na verdade o Rei tinha conhecimento do como amolecer a pedra, pois a técnica de amolecimento da pedra é uma realidade, que na história de Salomão aparece em uma forma lendária. Sobre esse mito repousa uma grande verdade, tanto a técnica de amolecimento de rocha existia no passado, como também o Rei submeteu muitos “gênios” da natureza, especialmente “gênios” servidores da força negativa. Com certeza, Salomão não aprendeu a amolecer pedra da maneira como diz a lenda, mas sendo detentor de Consciência Cósmica, ele sabia de todas as técnicas e ciências, sem falar nos conhecimentos a que teve acessos nas Escolas de Mistérios. Este é um dos grandes segredos da antigüidade, que explica os grandes paradoxos das construções megalíticas da pré-história. Assim, pode-se saber como os egípcios, que só dispunham de serra e brocas de bronze, executavam monumentais trabalhos em pedras.
Não são apenas as lendas islamitas e maçônicas que falam da construção do Templo de Salomão. Existem inúmeras outras que se completam e cada uma guarda em si, ensinamentos e lições morais interessantíssimas. Com o término da construção do templo, Salomão cumpriu a promessa feita pelo seu pai Davi, e paralelamente o povo hebreu cumpriu a promessa feita a Jehová. Durante a construção, Salomão começou a mostrar, que uma obra arquitetônica pode simbolizar a via de desenvolvimento e evolutiva de uma pessoa. Tudo pode ser construído, moldado, lapidado, polido, e ajustado na vida do ser humano, tal qual numa edificação de pedras. Assim, a construção moral do ser pode ser simbolizada pela construção de um edifício material. Mas, a construção do ser humano, em suas qualidades espirituais é uma obra mais importante que qualquer templo material, algo bem mais imperecível, pois que jamais pode ser destruída. A estrutura física do edifício do Templo de Jerusalém não condiz de forma alguma com as linhas clássicas de um templo religioso e sim com as de uma universidade. Com a criação daquele templo destinado ao aperfeiçoamento do ser humano o Rei Salomão quis criar algo eterno, um templo imaterial para que o homem pudesse se desenvolver e evoluir em saber. Para que ele pudesse ascender no cumprimento daquilo para o que está destinado, o desenvolvimento cósmico de sua natureza.
O templo material era o cumprimento de uma promessa feita, pelo povo hebreu àquele ser que se intitulava Jeová, o senhor dos exércitos, mas o imaterial, a Escola Arcana de Sabedoria, visava homenagear o Ser Superior, a Consciência Cósmica, Supremo Criador de todas as leis universais, Criador de bilhões de sistemas plenos de vida. À este, o rei Salomão dedicou paralelamente, não um templo material, uma escola de mistérios, em termos atuais. Nas Escolas de mistérios e no Templo de Salomão se aprendia muito sobre ciências altamente adiante da época.
Lendo-se os antigos filósofos vemos claramente que eles conheciam muitos princípios científicos atuais. Por exemplo, a idéia de que a matéria era constituída de estrutura que os gregos chamaram átomos e cujo enunciado é atribuído a Demócrito, a Leucipo e a Epícuro, na realidade a idéia não partiu daqueles filósofos. Demócrito recebeu-a de Moschus, o Fenício, a informação precisa de que o átomo era indivisível (quimicamente). Galileu confessou claramente que suas afirmativas a respeito do movimento da terra ele a colhera dos antigos, Copérnico, considerado o criador da teoria heliocêntrica, no prefácio de sua obra dedicada ao Papa Paulo III, diz textualmente que descobriu o movimento da terra nos escritos dos antigos. Na realidade não foi Newton quem descobriu a “Lei da Gravidade Universal”, também conhecida como “Lei do quadrado das distâncias”. Antes dele, Pitágoras já havia afirmado isto, e antes deste, Plutarco disse que havia uma atração recíproca ente os corpos, que o sol atraia a terra. Uma magnífica indagação é sobre o que constava nos milhares de manuscritos da Biblioteca de Alexandria que foi totalmente destruída. Também nas 200.000 obras da Biblioteca de Pérgamo? Seriam apenas historietas? A realidade é que havia muitos conhecimentos científicos, históricos filosóficos tudo sobre a gênese da terra, dos espíritos e do universo. Como Salomão esteve ligado a diversas fontes, que tinham esse tipo de conhecimento, é de se admitir que ele tinha um conhecimento abrangente de tudo quanto havia naquela época.
Ir.’.  José Laércio do Egito – F.R.C.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

IR.'. JOSÉ(GIUSEPPE) GARIBALDI

Aproveitando que estou no Uruguay, trataremos a respeito do Herói Nacional.
Na verdade, José Garibaldi não é só um Herói Uruguaio, esse homem nascido em Nice em 4 de julho de 1807, construiu sua história em prol da Liberdade dos povos, não importando sua crença, língua ou fronteiras, literalmente viveu combatendo a tirania. Seu pai era proprietário de navio e ele passou muitos e muitos anos viajando e conhecendo o mundo. Em 1833, em uma viagem à Rússia tomou conhecimento dos ideais socialistas e da possibilidade de unificação da Itália; seus desejos encontraram ecos nos propósitos da sociedade secreta chamada “Jovem Itália”.
Já fazendo parte dessa sociedade empreitou seus maiores esforços em prol da libertação de parte do povo italiano do julgo austríaco. Entre 1833 e 1834 juntou-se à “Carbonária” e em fevereiro de 1834 participou da “Insurreição de Gênova”, mas não conseguiu seu intento, sendo condenado à morte, fugiu para o Brasil em 1835, após ter passado por Marselha e Tunísia. No ano de 1836, aproximou-se dos republicanos que haviam proclamado a República Rio-grandense, tornando-se um grande personagem da história brasileira (ver Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha), para terem uma ideia da força desse herói, ele construiu dois barcos em terra firme e para fazê-los chegar ao mar, ele os colocou sobre grandes carretas puxadas por duas centenas de bois.
Pilotando o barco Seival, José Garibaldi conseguiu tomar das forças imperiais brasileira a região de Laguna. Já casado com Anita Garibaldi muda-se para o Uruguai. Durante a “Guerra Grande” foi nomeado Chefe da Frota Uruguaia, lutando contra o Juan Manuel Rosa (Governador de Buenos Aires). Em 1843, organizou a “Legião Italiana” que defendeu Montevidéo do ataque das tropas de Manuel Oribe. Em 1848 volta para a Itália, onde, na região da Lombardia lutou contra os Autríacos. Em 1848, o Papa Pio IX, temendo as forças liberais abandonou Roma, para onde havia ido Garibaldi acompanhado de um grupo de voluntários. Em 1849 foi eleito deputado republicano na Assembleia Constituinte da recém-proclamada República Romana. Nesse mesmo ano, enfrentou o exército francês que tentava restabelecer a autoridade do Papa sobre Roma.
Em 1870, empreendeu sua última campanha. Embora os franceses fossem seus inimigos no passado, lutou ao lado deles na “Guerra Franco-prussiana”; esteve à frente de um grupo de voluntários, intitulado como “Exército dos Vosges” para a manutenção do território da recém- -proclamada Republica Francesa. Há muito mais o que relatar sobre esse “Herói dos dois Mundos” e entre os muitos fatos de sua vida, para nós, Maçons, um dos mais importantes e assim transcrito nos anais da história maçônia uruguaia:
 “José Garibaldi (1807 – 1882) fue iniciado Masón, en Montevideo, en agosto de 1844, en la Logia ‘Les Amis de la Patrie’ dependiente de la Gran Logia de Francia, según Trazados que guarda la Gran Logia de la Masonería del Uruguay, en su Archivo Histórico.
Cuando el Gran Oriente de Uruguay, obtiene su reconocimiento como potencia masónica regular el 17 de Julio de 1856 el ‘héroe de dos continentes’ continúa relacionado con los Masones del Río de la Plata, que le reconocen su trayectoria en la Orden y le designan Miembro de Honor de su Logia Madre, tal como surge de los Cuadros Lógicos que se exhiben en el Palacio Masónico de Montevideo. Cabe recordar que, después de haber sido reconocida como Potencia Masónica Regular, la Masonería del Uruguay autorizó por varios años, la presencia en su territorio de dos Logias de origen extranjero: ‘Les Amis de la Patrie’ (dependiente de Francia) y “Acacia” (dependiente de Inglaterra).
El 2 de Junio de 1882, muere en la isla de Caprera, donde a su vejez se había retirado. 
Escribir sus memorias fue una constante en la vida de Garibaldi y ya en la isla de Caprera realizó lo que llamó ‘la Revisión de mis Memorias’ editadas en Madrid en 1888. 
Su ‘prefacio a mis memorias’ es un Resumen impactante a su azarosa existencia. 
Dice Garibaldi: ‘mi vida ha sido impetuosa: compuesta del bien y el mal, como creo está la mayor parte de las gentes. Tengo la conciencia de haber buscado siempre el bien para mi y para mis semejantes. Si alguna vez hice el mal, fue sin quererlo. Odio la tiranía y la mentira con el profundo convencimiento de que ellas son el origen principal de los males y de la corrupción del género humano.
Soy Republicano, porque este es el sistema de gobierno de las gentes justas, sistema modelo cuando se adquiere y, por consecuencia, no se impone con la violencia y la impostura. Tolerante y no exclusivista, soy incapaz de imponer a alguien por la fuerza mi Republicanismo…’”
AGRADECIMENTO: Muito obrigado meus queridos Irmãos Carlos Castello (Gran Porta Espada) e Frederico Ferrari (Secretaria de Assuntos Exteriores) pela acolhida e pelo apoio logístico. Aos queridos Hermanos de la Logia Fenix, gracias, muchas gracias pela habitual acolhida, me sinto um membro dessa poderosa Taller.
 Ir.’. Sérgio Quirino Guimarães • ARLS Presidente Roosevelt 025 
www.revistauniversomaconico.com.br

domingo, 11 de agosto de 2013

ORAÇÃO DE UM MAÇOM, NO DIA DOS PAIS

Pesquisando algo para publicar neste dia tão importante, encontrei esta verdadeira pérola de autoria do Ir.'.Carlos Alberto Veiga Viegas:


Pai nosso

Ensina-me a ser pai, como tu és.
A conhecer meus limites e valores, para que na Sociedade, que tanto nos cobra, possa saber dar e receber.

Pai nosso,

Santifica meu ser com a tua graça.
Onde houver sinais de violência contra filhos e filhas, que eu seja voz que orienta, mão que ampara e exemplo que corrija os desvios.

Pai nosso,

Ajuda-me a prover o pão de cada dia, nesta época em que cada dia é imprevisível;
Ajuda-me a ser sereno o bastante para crer e ativo o bastante para agir.

Pai nosso,

Que o teu reino se manifeste em meu lar, de tal forma que sejamos livres do mal, e da tentação de nosso agir e pensar, movidos por egoísmo.

Para que nossos filhos nos chamem de "pai" como nesta oração chamo a Ti...

Em amor...

Amém

E é com essa linda oração que os OObr.'. da Loja São José nº14 desejam a todos um "Feliz Dia dos Pais".