domingo, 23 de fevereiro de 2014

JORNADA PEDAGÓGICA

Na última semana (18 a 21/02) a Secretaria Municipal de Educação de São José de Mipibu realizou uma Jornada Pedagógica cujo tema foi "Ações Pedagógicas na Escola: Reflexões e Desafios", com o objetivo de dividir experiências e consolidar o planejamento para o ano letivo de 2014.
O local da abertura do evento foi o Espaço Cultural da Loja São José nº14, que não poderia deixar de dar sua contribuição a essa iniciativa tão importante para o desenvolvimento da educação em nosso município.
Mais uma vez, temos o prazer de dar os parabéns à Secretária de Educação do nosso município, Lúcia Martins, pelo belíssimo trabalho realizado ao longo de sua gestão à frente da SME.



A Secretária de Educação Lúcia Martins

Orquestra de Câmara da Cidade se apresentou na abertura da Jornada

sábado, 22 de fevereiro de 2014

LOJA PARNAMIRIM Nº 9 TEM NOVO VENERÁVEL MESTRE

Ontem (21/02), na Loja Parnamirim nº 9, tomou posse o novo Venerável Mestre Francisco Canindé de Freitas, em cerimônia prestigiadíssima por Irmãos de várias Lojas da jurisdição, inclusive de outras potências e, como não poderia ser diferente, a Loja São José nº14 enviou uma comitiva com nove Irmãos e respectivas cunhadas.



Utilizando uma gíria profana, literalmente "faltou chão" no pavimento mosaico para abrigar os Obreiros que compareceram à Sessão, demonstrando o quão queridos são os Irmãos daquela Oficina, em especial os Irmãos George Freitas e Francisco Freitas, que apesar da coincidência dos sobrenomes, não são irmãos de sangue, apenas de Ordem.



Ao fim dos Trabalhos ritualísticos, como já é praxe na Loja, as Samaritanas, juntamente com os convidados, adentraram o Templo para que fosse transmitida a presidência, ocupada pela cunhada Dulciene, esposa do Ir.'. George, para a cunhada Cledna, esposa do novo V.'.M.'. Freitas.



Encerradas as formalidades, foi servido um belo jantar, ao som de uma agradabilíssima música ao vivo.




quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

POSSE DA LOJA CAVALEIROS DE YORK

Nesta quarta-feira (19/02) o Ir.'. Márcio foi instalado e empossado novo V.'.M.'. da Loja Cavaleiros de York.
A Sessão Magna foi realizada no Templo Mário Behring, sede da GLERN, com a ilustre presença do Sereníssimo Grão-Mestre Roberto di Sena, além dos IIr.'. de várias Lojas co-irmãs, inclusive a Loja São José, que compareceu à cerimônia com uma comitiva de onze OObr.'..
Logo em seguida, foi servido o tradicional Chopp de York e o bom e velho Uísque Escocês Antigo e Aceito, ao som de uma agradável música ao vivo.





 




quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

POSSE DA LOJA SÃO JOSÉ

Na noite de ontem (18/02), tomou posse no Templo da Loja São José para mais um ano de mandato o já Venerável Mestre Mário Azevedo de Paiva .
A Sessão foi prestigiada por IIr.'. de várias Lojas co-irmãs e, como de costume, após a cerimônia foi servido um ágape fraternal. 









segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A TOLERÂNCIA

Autor: Ir.'. Alcides Luiz de Siqueira

A nossa Sublime ordem exige de seus Iniciados o cumprimento de sérios deveres e enormes sacrifícios. 
A Maçonaria proclama em seus princípios gerais " que os homens são livres e iguais em direitos e que a tolerância constitui o princípio cardeal nas relações humanas, para que sejam respeitadas as convicções e a dignidade de cada um". 
A nossa Sublime ordem proclama a TOLERÂNCIA entre os seus Iniciados. O vocábulo TOLERAR não significa apenas ser indulgente, ser condescendente, ser transigente, ser permissivo, mas acima de tudo significa saber suportar. No mundo atual, praticar a tolerância a cada dia exige muito de nós, pois a conturbação social e a pressão psicológica exercida sobre o homem, torna-o mais que nunca exigente, imprudente, agressivo e até inconseqüente. 
É nesse contexto que tolerar assume importância fundamental entre os homens. Se o profano sente-se desobrigado de praticar a tolerância, para o Maçom o mesmo não acontece: TOLERAR É UM DEVER. Este princípio está intrinsecamente ligado a um dos fins supremo da Sublime Ordem: A FRATERNIDADE. 
O Salmo 133 da Bíblia Sagrada é elogio da concórdia e união fraterna, quando diz: "Ó quão bom e quão suave é viverem os Irmãos em união! É como o perfume derramado na cabeça, que desce sobre a barba de Aarão, que desce sobre a orla de suas vestes, É como orvalho do Hermon, que desce sobre o monte de Sião, porque o Senhor derramou ali a sua benção e a vida para sempre". 
A cada dia, nós Maçons temos por obrigação exercitar a prática da tolerância, o que facilita sobremaneira todo o relacionamento entre os Irmãos, ampliando o espírito fraterno que existe no seio da nossa entidade milenar. 
A partir da Iniciação o Maçom é uma pessoa diferenciada, porque se abrem as portas da verdadeira amizade. A fraternidade que passa a viver entre os Irmãos é a exteriorização mas concreta da felicidade de ser Maçom. 
A tolerância do Maçom não pode se limitar apenas ao relacionamento com o próximo. Há que ser também paciência no desenvolvimento das etapas, que permite o crescimento e o progresso individual em todos os aspectos. Não é fácil ser Maçom, Se relacionar exige paciência e tolerância, fazer progresso na Maçonaria exige muito mais. 
Ingressar na Maçonaria é um fato, fazer progresso na ordem é outro. Manter-se motivado é fundamental para o crescimento interior do Obreiro, o que lhe dá um prazer imensurável de ser Maçom. Não raro, Iniciados deixam a Instituição logo após o seu ingresso. A verdade é que esses Irmãos não buscam a LUZ, assim, não conseguem ver o seu brilho, tampouco descobrem a sua direção. Para os que buscam o crescimento, o caminho é longo, contínuo e ás vezes áspero, é preciso saber perseverar. 
No seio da Sublime Ordem, é necessário querer progredir, tolerar, estudar, buscar a verdade para que haja a transformação do homem que renasceu para o mundo. 
O homem profano perde-se nas solicitações mundanas. O consumismo, a falta de interiorização deixa-o esquecido de si mesmo. Sua convivência com os vícios, acaba por fazê-lo infeliz. Nessa alienação passa a buscar a felicidade fora de si mesmo, nas drogas, no fanatismo religioso e tudo o mais que foge à própria pessoa, numa fuga do seu mundo vazio. 
A Maçonaria é o oposto de tudo isso, daí a dificuldade de se buscar o crescimento no seu seio. Acostumados que fomos à vida profana, às vezes perdidos na busca de objetivos vãos, encontramos dificuldades para alcançar a plenitude Maçônica. É por isso que alguns desistem. Contudo, o estudo contínuo propicia o aperfeiçoamento, pois através dele há uma constante evolução de conhecimentos. 
A Iniciação de novos valores fortalece cada vez mais a nossa Instituição, porque vêm somar forças para a construção de sua grande obra. O bem da humanidade.

Publicado na Revista A TROLHA 
Edição Nº 141 de julho de 1998 – pagina 26.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

ENTENDENDO O SALMO 133

“Oh, quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Aarão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermon, que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre”.
Infinitas são as interpretações apresentadas na literatura maçônica sobre o Salmo 133 e não ouso aqui tentar citar alguns exemplos, pois não saberia por onde começar.
Em primeiro lugar, há que se registrar que essa não é a leitura original de Aprendiz no REAA, que adotava “João 1:1-5″ e, geralmente, apenas em iniciações. Passou-se a adotar o Salmo 133 no Brasil após 1927, e de forma mais predominante entre as décadas de 40 e 50, por influência da Maçonaria Americana (GLs) e Inglesa (GOB). Por sinal, a passagem de João tinha mais relação com o Grau de Aprendiz do que tem o Salmo 133, pois trata de trevas e luz.

Para compreender o real significado do Salmo, deve-se conhecer os elementos que o compõe:

DAVI: Tem-se o Rei Davi como autor do Salmo 133. O Rei Davi era tido como o grande cantor dos cânticos de Israel e autor de vários Salmos.
ÓLEO: o óleo era utilizado na cerimônia de unção dos Reis e Sumos Sacerdotes. Esses eram ungidos com um óleo especial, o qual era derramado sobre suas cabeças, e dessa forma, eram considerados “purificados” e “sagrados” para exercer suas funções.
HERMON: montanha considerada sagrada pelos judeus e chamada pelos árabes de “montanha nevada”. Localizada ao norte de Israel, marca a divisão geográfica entre Israel, Líbano e Síria. Pela sua altitude (mais de 2.800 metros), seu cume está sempre coberto de neve, o que gera um orvalho que literalmente “rega” toda a região ao seu redor, sendo por isso a região mais fértil de Israel.
MONTES DE SIÃO: ao contrário do que alguns possam pensar, Sião não é Hermon. Ambos os pontos são extremidades de Israel, sendo Hermon a extremidade Norte e Sião a extremidade Sul. Sião foi o local escolhido pelos judeus para servir de sede, sendo a região onde se encontra Jerusalém (daí a origem do termo “sionista”). Após Sião, o que se vê é o deserto.
AARÃO: irmão mais velho de Moisés e primeiro Sumo Sacerdote de Israel, através do qual se originou a linhagem de Sumos Sacerdotes. Aarão era o porta-voz de Moisés (que possuía problemas de dicção, provavelmente gago ou fanho), e servia de Orador dos judeus junto ao Faraó. Na tradição judaica, Aarão participou do episódio do bezerro de ouro, porém, na tradição árabe ele não teve tal participação.

Conhecendo os elementos, pode-se compreender melhor a mensagem:

Os Irmãos que Davi se refere são, provavelmente, o povo de Israel, divididos em suas tribos e espalhados entre Hermon e Sião (limites de Israel), mas todos vivendo em união. Davi relembra então a unção de Aarão como o primeiro Sumo Sacerdote de Israel, momento que selou o compromisso entre o povo de Israel e seu Deus. Dali nasceu a nação que Davi representava e defendia. O óleo precioso que ungiu Aarão foi derramado em sua cabeça e desceu pela sua barba, espalhando-se para as extremidades de sua roupa. Tal unção, que abençoava Israel, podia ser vista também em sua terra: a neve do cume de Hermon transforma-se em orvalho, que desce o monte e se transforma em um ribeirão, Banias, o qual desagua no Rio Jordão, esse que liga Hermon até a outra extremidade de Israel, os Montes de Sião, antes de desaguar no Mar Morto.
Todas as tribos de Israel estavam espalhadas de Hermon a Sião, sempre próximos às margens do Rio Jordão. “Jordão” significa exatamente isso, “que desce”. O Rio Jordão, alimentado pelo orvalho de Hermon, desce até a extremidade sul de Israel, Sião, distribuindo suas bênçãos, assim como o óleo precioso que desce da cabeça de Aarão até a orla de suas vestes.
Por fim, Davi afirma que, Sião (Jerusalém) é “ungido” pelas águas que vem de Hermon porque foi o lugar escolhido por Deus para que o povo judeu habite eternamente conforme suas bênçãos.
Com esse Salmo, Davi disse ao seu povo que eles deviam permanecer unidos e obedientes às ordens vindas de Sião, pois essa era a vontade de Deus desde a unção de Aarão, comprovada pela benção da água, que sai do alto de um monte e percorre 190Km de distância, derramando bênçãos por onde passa, até chegar a Sião.
É muito claro o motivo das palavras de Davi: ele era apenas o segundo rei de Israel, uma nação recente, ainda desestruturada, com muitas dificuldades, dividida em muitas tribos e sujeita a muitas ameaças. Ele precisava manter um discurso de unidade e esperança. Mas pelo jeito, os ritualistas ingleses, e em seguida os americanos, desconsideraram esse contexto histórico e adotaram o Salmo 133 por conta das palavras “irmãos” e “união”.

Fonte: noesquadro.com.br

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

TOMA POSSE O NOVO GRÃO-MESTRE DA GLERN: ROBERTO DI SENA

Na tarde do último sábado (01/02) o novo Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Norte, o Ser.'. Ir.'. Roberto Di Sena, foi empossado na sede da GLERN, em cerimônia prestigiadíssima, onde quase todos os Grão-Mestres da CMSB, de norte a sul do Brasil, estiveram presentes, além dos Grão-Mestres das outras potências Maçônicas reconhecidas pelo Tratado de Amizade.
O Templo Maior ficou completamente lotado, do Oriente ao Ocidente, tendo em vista que Lojas de todo o estado enviaram representantes.
O já empossado Ser.'. Grão-Mestre Roberto Di Sena, também deu posse às Grandes Luzes, Grandes Oficiais, Comissões e membros do FUMPEMA.
À noite, foi oferecido aos convidados um jantar no Hotel Imirá, na Via Costeira, onde todos puderam se regozijar com os regalos de deliciosos quitutes, um bom uísque, e bela música ao vivo, inclusive com uma canja do próprio Grão-Mestre, que vez por outra nos dá o prazer de ouví-lo cantar um repertório de muito bom gosto.



O Templo Mário Behringer estava completamente tomado pelos Irmãos

Os Past Grão-Mestres compareceram à cerimônia...

... assim como representantes de todas as regiões do país.

O novo Grão-Mestre Roberto Di Sena prestes a fazer seu juramento,

recebendo os novos paramentos,

e devidamente empossado, tendo ao seu lado o já Past Grão-Mestre Luiz Carlos.
 
Também foram empossados os Grandes Oficiais, membros das comissões e do FUMPEMA.

Recebendo os mimos dos Grão-Mestres visitantes.




Aqui já presidindo a Sessão.

Aqui, ao lado deste que vos escreve.

À noite, foi servido um jantar no hotel Imirá Plaza



A Loja São José sendo muito bem representada.


Ao fundo, o novo Grão-Mestre dando uma canja ao microfone.