terça-feira, 18 de junho de 2013

O PRINCÍPIO

Adentra Minha Alma
Maçonaria
Secreta E Iniciática
Livre E Sem Vícios,
Como Se Na Engrenagem Do Tempo
Renascessem:
A Verdade, A Filosofia E A Poesia.
Liberta Minha Alma
Maçonaria
Misteriosa E Prática
Tolerante E Universal
Como Se Numa Interminável Viagem
Descobrissem A Chave Clara Da Existência 
Humana
A Justa E Perfeita: Luz!
O Princípio E Seu Contrário
O Nada, E Depois,
O Tudo Que Nos Conduz.
Percorre Minhas Veias 
Feito Sangue Real,
Minha Bela E Itinerante,  Maçonaria 
Universal.
Ensina-Me Seus Primitivos Segredos
Suas Construções Raras E Antigas…
Revela-Me Impenetráveis Períodos
A Lenda De Hiran
O Subterrâneo Obscuro
As Masmorras,
O Tesouro Dos Judeus
E As Inspirações Egípcias.
Decifra-Me O Elo E A  Ligação
Enigma Do Meu Próprio Passado,
Transforma-Me, Nascimento  Não 
Revelado.
Contemplo-Te Ao Templo De Salomão…
Meu Caminho 
São Os Inquietantes Momentos Futuros…
Tudo Caminha
Em Seus Quatro Elementos,
Despidas Vestes Em Cantos Escuros.
O Infinito Não Existe,
São Os  Manuscritos Do Mar Morto 
E O Poder Do Santo Graal…
És Real Ou São Os Meus Sonhos
Que Te Transportam, Obscuros?
Princípio,
Nascimento Do Verbo,
Mensagens Vindas Do Inexplicável Começo.
Silêncio,
Ouvem-Se Sinos…
Não Haverá Morte Nem Fragmentos De Vida
Não Haverá História
Sem A Liberdade, O Tempo E A 
Transcendência,
Sem O Poder Do Conhecimento E Da 
Ciência.
O Tempo É Minha Essência
O Velho Universo, Minha Transparência
Quintessência,
O Homem E Sua Consciência.
O Que Haverá Depois Do Fim? Depois Do Vácuo? 
Depois Do Nada?
Princípio!
Se Todos Calassem Num Silêncio Sombrio E 
Profundo
Sentiríamos Um Toque Sutil  De Deus 
No Princípio, No Meio E No Fim Do Mundo.
Ir.’.Wildon Lopes da Silva
ARLS Mount Moriah Nº 3327 • GOSP/GOB

domingo, 16 de junho de 2013

BRASIL É APLAUDIDO EM REUNIÃO DO BOARD DO DEMOLAY INTERNACIONAL

O potiguar Paulo Rafael Mesquita, Mestre Conselheiro Nacional, 6º em pé da direita para a esquerda
A série de ineditismos envolvendo a passagem da comitiva brasileira pela 93ª Sessão Anual do Supremo Conselho Internacional e 46º Congresso Internacional não para. Na manhã do dia 13, pela primeira vez na história, membros da Ordem DeMolay do Brasil participaram da reunião do Board of Directors, órgão responsável pela administração da organização em todo o mundo. Numa primeira parte, em um grupo mais reservado, o Grande Mestre Nacional, Ederson Velasquez, foi mencionado por seu apoio na viagem feita por membros do DeMolay Internacional ao Brasil, no último mês de março.

Já com a presença de todos os Gold Collars e dos demais integrantes do Board of Directors, Velasquez apresentou um relatório das atividades da Ordem DeMolay no Brasil, com informações estatísticas e os projetos desenvolvidos pelo Supremo Conselho da Ordem DeMolay para a República Federativa do Brasil. De acordo com relatos dos participantes, a apresentação durou cerca de 45 minutos e, após seu término, vários membros do DeMolay Internacional parabenizaram o Grande Mestre Nacional pelo ótimo trabalho que vem sendo realizado no Brasil.



Relações internacionais


No período da tarde, enquanto os jovens DeMolays participavam da abertura do encontro com os delegados da Ordem DeMolay internacional - os DeMolays ativos brasileiros estiveram na apresentação para o Board of Directors, algo inédito até então -, as lideranças adultas participaram da reunião do Comitê de Relações Internacionais, com a presença de representantes da Alemanha, Romênia, Itália, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Sérvia.



Estiveram no encontro do comitê, tradicionalmente ponto de encontro dos membros da Ordem DeMolay de todo o mundo, o Grande Mestre Nacional, os Past Grandes Mestres Nacionais Sandro Romero e Carlos Eduardo Braga, além do Past Grande Mestre Estadual do Mato Grosso do Sul, Luiz Kieling, todos membros honorários do DeMolay Internacional. Completaram a lista de brasileiros o Grande Mestre Estadual do Rio de Janeiro, Cezar Lazarotto, Rodrigo Lins, Zairo Moreira e Luiz Somesi. Também neste espaço foi entregue um relatório com dados estatísticos da expansão da Ordem DeMolay no Brasil de 2004 até hoje.

Fonte: www.demolaybrasil.org.br

sábado, 15 de junho de 2013

QUAL É A UTILIDADE DA MAÇONARIA PARA O MUNDO PROFANO?

Por Oliveira Pereira
Meus Irmãos, que trabalho útil para o mundo profano podem os Maçons executar com seus misteriosos segredos, com os seus costumes herméticos e muito reservados? Eu próprio já fiz esta pergunta inúmeras vezes, e até a alguns de vós já a formulei até a fronteira do vosso aborrecimento, e depois de muito pesquisar e de ter registado as vossas diversas opiniões,  cheguei à conclusão que o seu trabalho útil é de natureza tríplice, dado que:
  • o seu primeiro trabalho é no sentido de aperfeiçoar o espírito do maçom: na moralidade, no civismo, e na urbanidade, uma vez que em todas as Sessões de Loja, a afirmação de certas verdades relacionadas com a ética e com a conduta social, são uma tônica nelas sempre presente e dominante. E tanto mais, que na própria filosofia maçônica podemos definir que o verdadeiro maçom é todo aquele que em todas as situações sabe manter uma perfeita conduta e uma irrepreensível atitude, pautando-se em qualquer situação da vida, pelos preceitos da mais alta moralidade e da máxima correção. Na verdade, sendo ele a obra-prima do Grande Arquiteto do Universo, como parcela cósmica da Sua criação, deve representar a evidência da Sua existência, e ao mesmo tempo, deve ser em si mesmo um Templo. Por outro lado, em Loja, o maçom é convidado e é continuamente estimulado a praticar como atividade lúdica, e muito do seu agrado, o estudo das ciências e do verbo, e com tal saber o verdadeiro maçom está dotado de uma grande capacidade para contemplar horizontes mais amplos e vastos do que o homem vulgar. E por consequência do seu grande conhecimento da vida, o maçom sabe tornar as suas atitudes mais sublimes e mais elevadas, como sabe também temperá-las com a doçura e com a educação que o caracterizam e o identificam em qualquer teatro da vida.
  •   O segundo trabalho que a Maçonaria executa com utilidade para o mundo profano, é o de auxiliar a dissipar as nuvens que cobrem as mentes dos homens em relação ao seu fim.  Na verdade, se cada maçom conhecer o que a Maçonaria lhe ensina, não poderá ignorar a imortalidade do seu espirito, nem tão pouco poderá ignorar que as suas experiências acumuladas são o fruto das suas muitas vidas já por ele vividas. E desse modo ele saberá que é eterno. Assim, sabe que para além do seu túmulo, semblantes amigos o esperarão. E só por este fato, não será dominado pelo medo, uma vez que sabe que irá entrar na “Grande Loja Eterna”, onde tudo lhe será familiar, por ter trabalhado com afinco e mérito numa Grande Loja aqui na Terra.
  •  O terceiro e último trabalho que a Maçonaria proporciona com utilidade ao mundo profano, tem muito de fórmula virtual e muito pouco de realidade. No entanto, pelo fato de ser atrativa, de natureza muito pura e uma força abstrata, me faz acreditar que o maçom devotado à sua Loja encontra verdades morais e uma maior facilidade para a sua compreensão. Acredito que essas verdades serão transmutadas ao mundo profano. Já ouvi de um grande maçom, e por diversas vezes, que quando entra no Templo é investido de uma grande espiritualidade, e que através desta, sente que o Grande Arquiteto do Universo o envolve numa paz cósmica que lhe proporciona uma grande harmonia interior e um grande bem estar em geral. Eu mesmo, por diversas vezes e inexplicavelmente, já comunguei da mesma sensação de paz e de harmonia, pelo que admito existir uma admirável realidade por trás da fórmula referida como virtual. E por essa razão, admito até, que é unicamente essa realidade invisível, que torna a Maçonaria um tão poderoso fator para o bem do mundo.
Sede da ONU - New York
Como é do vosso conhecimento, a Loja é o local onde o maçom  desbasta a “Pedra Bruta” e constrói o seu aprimoramento espiritual. E, dotado da Luz da Sabedoria cósmica, torna-se mais receptivo, mais generoso, mais tolerante, mais fraterno, e até  mais irmão. Por conseguinte, personalidades reconhecidas publicamente como maçons, investidas com a Luz da Sabedoria, celebrizaram-se no mundo profano por iniciativas de grande valor social. Como foram as que tornaram realidade: a fundação da Cruz Vermelha, a criação da ONU, a Declaração dos Direitos do Homem, a Declaração dos Direitos da Criança, a criação da UNICEF, a UNESCO, os Escoteiros, os Médicos sem Fronteiras, o Rotary Internacional, e tantas outras organizações e movimentos orientados para a prossecução dos ideais da fraternidade e da tolerância. Só pela criação destas Organizações Humanitárias já muito contribuiu a Maçonaria para um mundo melhor.

Quanto mais evoluir a sociedade humana, mais sentido faz que os homens conscientes do seu destino ingressem na Maçonaria, uma vez que quanto mais materialista for a sociedade, mais consumista, mais desumana, mais competitiva ela será. E com esta evolução, maiores serão as necessidades de ideais e de valores espirituais. E tanto mais que a Obediência Maçônica é a ciência das causas, e o baluarte da causa humana e do seu destino sideral.

Fonte: www.oliveirapereira.wordpress.com

sexta-feira, 14 de junho de 2013

LUIZ GONZAGA E SEU PROFUNDO RESPEITO À MAÇONARIA


Tão importante para a divulgação da música nordestina, Luiz Gonzaga também exerceu papel fundamental para o desbravamento da maçonaria no Sertão pernambucano. Utilizou a influência que tinha para liderar o grupo que fundaria a Loja Maçônica Força da Verdade, em 1988, a primeira do Exu. Doou o terreno para a construção do imóvel, comprou materiais e deu dinheiro para ajudar a levantar a casa, localizada na Rua Joaquim Ulisses. Na maçonaria, o Rei do Baião encontrou o ambiente ideal para satisfazer a maior das suas necessidades: ajudar os mais pobres.
Entrou para a organização 49 anos atrás, quando ainda morava na Ilha do Governador, zona norte do Rio de Janeiro. Foi apadrinhado por Florentino Guimarães. Luiz Gonzaga começou a participar dos encontros ali mesmo, na loja Paranapuã, localizada próximo a sua residência. Trabalhou para conseguir telefone, escola, luz e estrada de asfalto para Miguel Pereira, onde possuía propriedade. Como maçom, chegou apenas ao terceiro grau, dos 33 níveis possíveis. 

Mesmo não sendo frequentador assíduo, devido à série de compromissos, participava dos encontros nas cidades em que visitava, durante as andanças de sanfoneiro pelo Brasil. "Todo canto que chegava e tivesse uma loja maçônica, ele fazia questão de se apresentar, visitar e ajudar. Nós já fomos para Fortaleza, Recife e João Pessoa, e todas foram testemunhas da presença de Luiz Gonzaga", conta o maçom Almir Oliveira de Amorim, 49, ex-funcionário do Banco do Estado de Pernambuco (Bandepe) no Exu.

Da amizade com Almir, iniciada em 1976, anos mais tarde surgiria a ideia de mobilizar outros sete irmãos maçons para fundar a primeira loja maçônica do município. "Foi ele quem nos incentivou, deu apoio, buscou gente fora. Aqui éramos poucos maçons e, para abrir a loja, precisávamos de mais pessoas. Buscou gente em Ouricuri e em toda a região. Foi ele o ponto decisivo para inaugurar a loja no Exu", destaca Almir, que foi o responsável por abrir a conta do artista no Bandepe. Inaugurada a loja, um ano antes da morte do Rei, as reuniões no Exu começaram a se avolumar de gente, vinda de toda a região, sendo necessária a transferência dos encontros semanais da quarta para a terça-feira. 

A generosidade que marcou o artista também pode ser vista nas reuniões maçônicas. Amigo íntimo, Almir conheceu bem a personalidade do sanfoneiro. "Gonzaga era uma pessoa uniforme, uma sumidade em pessoa. Era equilibrado, otimista, incentivava a turma para trabalhar direitinho, pela sociedade, pelo povo, pelos mais pobres, pelos velhos. Ele tinha essa visão social", recorda o amigo de Gonzagão.

Pouco tempo depois do falecimento do Rei, a Força da Verdade passou a se chamar Loja Maçônica Luiz Gonzaga. Em vida, o sanfoneiro compôs a música Acácia Amarela, na parceria com Orlando de Silveira. A canção, segundo os maçons entrevistados, é toda escrita em códigos, só possível de ser decifrada por quem é maçônico ou por quem já participou da maçonaria um dia.

Reportagem extraída do site da Folha de Pernambuco(http://www1.folhape.com.br)

quinta-feira, 13 de junho de 2013

IR.'. FRED FLINTSTONE

Nascido em 1977, passei minha infância assistindo aos desenhos animados americanos, dentre os quais, um dos que mais gostava era "The Flintstones".
Quando criança acompanhei vários episódios e, com toda a certeza, este que está retratado abaixo, vi repetidas vezes.
Mas só passei a me dar conta da ligação dos amigos Fred e Barney com a Maçonaria ao ser iniciado, em meados dos anos 90, na Ordem Demolay.
Pesquisando temas para compor o blog, me deparei com esta pérola que me remeteu à mais tenra infância, quando já tinha uma certa queda pela Sublime Ordem.

 Na Bedrock da idade da pedra, cenário onde se passam as aventuras da família Flintstones, Fred e seu vizinho Barney são membros ativos do “Bufalos d`água”, uma fraternidade iniciática somente para homens. Para poderem freqüentar, os membros precisam ser convidados e usar um chapéu azul lembrando a cabeça de um búfalo. A alusão ao bicho é em função da união que este animal tem para se proteger de predadores, tendo como instinto jamais deixar seu descendente desprotegido.

 A trama sempre se desenvolvia na imensa curiosidade das esposas em saberem o que estava acontecendo nas reuniões secretas. Num dos episódio, as mulheres invadem a Convenção escondidas dentro de um bolo.  No outro Betty e Vilma se infiltram na reunião disfarçadas de homens e passam por uma “pseudo” iniciação. No final do trecho, já em casa, Vilma pergunta a Fred como foi a reunião e, quando ouve que jamais saberá, solta a palavra de passe, causando-lhe uma imensa estranheza.

Ir.'.Edison Teixeira
Chanc.'. 

Referências:
Aguinaldo Oliveira
http://baraodejundiahy.blogspot.com.br

quarta-feira, 12 de junho de 2013

AGRADECIMENTO

Na última sexta-feira (7/6) lemos com muita satisfação uma publicação no Blog do João Maria Freire (http://blogdojoaofreire.blogspot.com.br/2013/06/maconaria-tambem-tem-seu-blog.html) enaltecendo a qualidade do blog da nossa Loja e proferindo palavras muito cordiais e lisonjeiras não só à Loja São José nº14 como à toda a Maçonaria.
Blog do João
Após citações tão agradáveis, não poderíamos deixar de agradecer ao amigo João Freire pela matéria e também por todo o trabalho já realizado em prol da cidade de São José de Mipibu.

terça-feira, 11 de junho de 2013

REFLEXÃO: QUE TIPO DE IRMÃO FREQUENTA SEU CAPÍTULO?


Um jovem DeMolay saiu a viajar e chegando numa Cidade, encontrou um Capitulo Desconhecido, muito bonito por sinal, e pensou consigo mesmo: ‘aqui eu vou me dar bem, isso sim que é um Capítulo!'


Entrando no Capitulo apresentou suas credencias como DM", e aproximando-se do Ir. Sentinela, perguntou-lhe:

- Que tipo de Irmão frequenta esse Capitulo?

O Ir. Sentinela respondeu-lhe com outra pergunta:
- Que tipo de Irmão vive no Capitulo de onde vindes?

- Ah! Venho de um 'Capitulo Pirulito' com um grupo de irmãos egoístas, malvados, desanimados, desunidos, cheio de forasteiros vestindo Capas de DeMolays, e estou satisfeito de haver saído de lá, disso pode ter certeza, replicou-lhe o jovem DeMolay.

O Ir. Sentinela disse:
- A mesma coisa você há de encontrar por aqui, neste Capitulo!

No mesmo dia, outro rapaz DeMolay de outra Cidade se acercou do Irmão Sentinela para saber do Capitulo e, vendo o Irmão, perguntou-lhe:

- Que tipo de Irmão frequenta este Capitulo?
Vejo que é muito Bonito!

O Ir. Sentinela respondeu-lhe com a mesma pergunta:
- Que tipo de Irmão vive no Capitulo de onde vindes?

O rapaz DeMolay com um ar de cansado respondeu:

- Venho de um Capitulo onde todos somos amigos e irmãos, lá vivemos com retidão, ajudando-nos uns aos outros a levarmos uma vida pura e varonil. Um grupo de irmãos magníficos, honestos, hospitaleiros, onde cada um pratica as 7 Virtudes! Fiquei muito triste por ter de deixá-los, estou muito fraco, pois deixei a metade do meu coração lá!

O Ir. Sentinela replicou:
- A mesma coisa você há de encontrar por aqui!

Um Ir. iniciático que estava em suas tarefas de aprendizado escutou atentamente as duas conversas, e perguntou ao Irmão sentinela:

- Como é possível dar respostas tão ‘diferentes’ à mesma pergunta?

Ao que o Irmão Sentinela respondeu:

Meu amado Ir. iniciático que sirva de lição, um verdadeiro DeMolay carrega no seu coração o meio ambiente em que vive.

Aquele irmão que nada encontrou de bom no seu Capitulo e onde foi iniciado, onde conheceu as 7 Virtudes Cardeais e se ajoelhou no Altar dos Juramentos pela primeira vez, com certeza não poderá encontrar nada de bom por aqui.

Só os de coração puro e de alma limpa, só os que dedicam a ter uma juventude pura e varonil é que encontram os amigos e irmãos, aqui ou em outro Capitulo que visitar!

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Meus IIr, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo, portanto, sejamos como a fonte, sempre ao alcance de qualquer irmão que estenda a mão; como a árvore, que não recolhe os galhos com seus frutos, para que algum Irmão possa dizer que foi feliz ao menos duas horas em sua vida, porque eles passaram em nossos Capitulos.

E então, que tipo de Irmão frequenta seu Capitulo?

Shalom,
À todos os IIr.

Dhiego Cohen Demolay

segunda-feira, 10 de junho de 2013

OS SOLSTÍCIOS & A MAÇONARIA: OS SANTOS DE NOME JOÃO

Diversas instituições e religiões observam os dias de Solstícios e o Equinócio, visto ser um dos costumes mais antigos relacionados à divindade. Esses dias marcam as mudanças de Estações, o que sempre guiou e ditou a rotina dos povos da antiguidade.
O solstício de verão é o marco em que o dia é o maior do ano, em detrimento da noite. Já no solstício de inverno ocorre o contrário, e a noite é a maior do ano.
Enquanto no hemisfério norte o Solstício de Verão é em Junho e o de Inverno em Dezembro, no hemisfério sul inverte-se: o de Inverno é em Junho e o de Verão é em Dezembro.
Essa variação de dia e noite não ocorre na Linha do Equador, onde os Solstícios são definidos através da distância entre a Terra e o Sol.
Antigamente, as iniciações no hemisfério norte ocorriam sempre no Solstício de Inverno, quando a noite é a maior do ano, simbolizando que o iniciado está na escuridão em busca da luz.
Costuma-se chamar o Solstício de Junho de “Solstício de Câncer” e o de Dezembro como “Solstício de Capricórnio” pela relação dos Solstícios com os trópicos.  
Acredita-se que, assim como os Romanos observavam o Solstício de Inverno, em homenagem ao deus Saturno, posteriormente chamado de “Sol Invencível”, esse costume também era observado pelas Guildas Romanas, os antigos Colégios e Corporações de Artífices, que nada mais eram do que a Maçonaria Operativa. Esse costume permaneceu intacto até o surgimento da Maçonaria Especulativa, que tratou de não descartá-lo.
Porém, há fortes indícios de que a Maçonaria Especulativa, formada por europeus de predominância cristã e preocupados com a imagem da Maçonaria perante a “Santa Inquisição”, aproveitou a feliz coincidência das datas comemorativas de São João Batista (24/06) e São João Evangelista (27/12) serem muito próximas dos Solstícios, para relacionarem a observância dos Solstícios com os Santos de nome João, e assim protegerem a instituição e sua observação dos Solstícios da ignorância, tirania e fanatismo.
Nesse sentido, na Inglaterra, o antigo símbolo maçônico de um círculo ladeado por duas linhas paralelas, talvez um dos símbolos mais antigos da humanidade ainda em uso, teve a simbologia das linhas paralelas dos Trópicos de Câncer e Capricórnio, que possuem ligação direta com a observância dos Solstícios, transformados em São João Batista e São João Evangelista.
Reflitam: por que duas linhas paralelas representariam dois Santos de nome João? E como um símbolo tão antigo, mais antigo que o Cristianismo, poderia simbolizar esses dois Santos? Nada mais do que uma conveniente mudança de interpretação que, mesmo com o fim da Inquisição, infelizmente permaneceu em nossa literatura.

Fonte: www.noesquadro.com

sábado, 8 de junho de 2013

HUZZÉ

Em torno desse vocábulo são apresentadas razões as mais absurdas. Como é ignorada a sua origem, Huzzé é apresentado como uma corruptela de Huzza, que seria a expressão de alegria e louvor usada pelos maçons ingleses traduzida por “viva”. Biblicamente, Huzzé era o nome de uma personagem. Sua origem é hebraica, embora em árabe seja pronunciada “HUZZA”, para os antigos árabes ‘HUZZA” era o nome dado a uma espécie de acácia consagrada ao Sol, como símbolo da imortalidade, e sua tradução significa força e vigor, palavras simbólicas que fazem parte da tríplice saudação feita na Cadeia de União: Saúde, Força e Vigor. Na Inglaterra a aclamação “HUZZÉ” tem a pronúncia UZEI, tomada do verbo TO HUZZA (aclamação) como sentido “viva o rei”.

Significado

No pequeno Vademecum Maçônico do Ir.’. Ech Lemos: “Houzé” – Grito de alegria dos maçons do rito escocês. No Dicionário de Maçonaria do Ir.’. Joaquim Gervasio de Figueiredo: Houzé – Grito de aclamação do maçon escocês.
No Dicionário Maçônico do Ir.’. Rizzardo da Camino, Huzzé é apresentado como uma corruptela de HUZZA, que seria a expressão de alegria e louvor usada pelos maçons ingleses traduzida por “viva”.
Biblicamente, HUZZÉ era o nome de uma personagem.
Deve-se pronunciar “HUZZÉ”, dando ênfase ao som da letra “H”, a qual exige um sopro mais forte, e “ZZÉ” como afirmação, como que solfejando um Dó bem longo e terminando em Fá, tendo a sensação de estar passando do escuro da noite para o alaranjado da manhã, da dúvida para a certeza, da angústia para serenidade.
Em maçonaria, HUZZÉ é uma exclamação, e como tal, deve ser clamada com um sopro forte, quase gritado, em dois sons, para que possa ser respeitada a harmonia musical do vocábulo, a fim de que se conserve todo efeito esotérico dessa saudação ao GADU.’., significando que Deus é sabedoria, força e beleza. HUZZÉ, HUZZÉ, HUZZÉ, ou seja, salve o GADU.’. , salve o GADU.’. , salve o GADU.’.
O valor do HUZZE está no som, a energia provocada elimina as vibrações negativas. Quando em Loja, surgirem discussões ásperas e o V.’.M.’. receiar-se que o ambiente posssa ser ‘perturbado” suspenderá os trabalhos, e comandará a expressão HUZZÉ, de forma tríplice, reiniciando os trabalhos, o ambiente será outro, ameno e harmônico.
Dentro de Loja, o V.’.M.’. comanda no início dos trabalhos a exclamação HUZZÉ, que deve ser pronunciada em uníssono. Essa exclamação prepara o ambiente espiritual, afastando os resquícios de vibrações negativas trazidas para dentro do templo pelos IIr.’.
Ao término dos trabalhos, é exclamado para “aliviar” as tensões surgidas. Toda liturgia maçônica compreende os aspectos místicos, físicos e psíquicos.
O HUZZÉ que provoca a expulsão do ar impuro, substituído pelo “Prana” que se forma no Templo, harmoniza o ambiente numa escala única, num nivelsalutar, capacitando o maçom para receber em seu interior os benefícios da Loja.
Quando um maçom é solicitado à exclamação HUZZÉ, que o faça conscientemente para obter, assim, os resultados mágicos dessa manifestação física de seu organismo, portanto deve ser aprendida e ensinada, para que possas ser exercitada com Sabedoria, Força e Beleza.
 Ir.’. Manoel Júnior
C.’.M.’. Loja Verdadeiros Amigos • São Paulo • SP
Simbolismo do Primeiro Grau – Rizzardo da Camino
Bíblia – “Livro 2 – Samuel”, cap. 6
Dicionário Maçônico – Rizzardo da Camino
Dicionário da Maçonaria – Joaquim Gervasio de Figueiredo
www.revistauniversomaconico.com.br