sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

LANÇAMENTO OFICIAL DO SELO COMEMORATIVO AOS 40 ANOS DA GLERN

Hoje, 20 de Dezembro, a partir das 14:30h, ocorrerá no condomínio Casa das Acácias, em Natal/RN, o lançamento oficial do selo comemorativo aos 40 anos de fundação da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Norte - GLERN. A cerimônia ocorrerá antes da Assembleia Geral da Grande Loja.


Desde o dia 18 deste mês está ocorrendo a "II Mostra Filatélica", cuja temática é a Maçonaria. Os selos fazem parte da coleção de Irmãos filatelistas da GLERN, incluindo selos Nacionais e Internacionais, visto que a Maçonaria é Universal.

   

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

"I CICLO DE DEBATES SOBRE OS PROBLEMAS NACIONAIS" - SAÚDE PÚBLICA

Na última quinta-feira (04/12) a GLERN sediou em seu Templo Maior a segunda etapa do "I Ciclo de Debates Sobre os Problemas Nacionais".

Desta vez o tema abordado foi a Saúde Pública, onde os palestrantes, extremamente bem preparados, expuseram suas opiniões sobre os problemas em questão.

O primeiro a usar a palavra, o médico e ex-presidente do CRM/RN Jeancarlo Cavalcanti explorou os problemas relativos à funcionalidade dos estabelecimentos de saúde como falta de material para se trabalhar e a desvalorização dos profissionais.

Em seguida tomou a oratória o Senador e também médico Paulo Davim, abordando problemas mais voltados para questões burocráticas e administrativas, as quais dependem de muito esforço no âmbito político para serem resolvidos ou, pelo menos, amenizados.

Ao final de cada abordagem a palavra foi aberta para que os presentes pudessem fazer perguntas aos palestrantes, os quais responderam atenciosamente a todas e satisfizeram os questionamentos.

Estiveram presentes, além dos palestrantes, representantes de doze Lojas Maçônicas do Estado, incluindo o Sereníssimo Grão-Mestre da GLERN Roberto Di Sena e o Soberano Grão-Mestre do GOIERN Antônio Brito Dantas e seus Delegados Distritais.

Este projeto inovador da GLERN é a tentativa de fazer com que a Maçonaria saia da inércia predominante há muito tempo em nossa Ordem, mas somente terá sucesso se os Obreiros e as Lojas abraçarem este projeto, muito nobre e bem elaborado.

Mais uma vez a Loja São José nº14 se fez presente com um grande número de Obreiros, demonstrando que apoiará toda e qualquer iniciativa da GLERN que venha a contribuir para o fortalecimento de nossa Grande Loja e para uma sociedade cada vez mais justa, em que os direitos dos cidadãos sejam respeitados assim como rege nossa Constituição Federal.


A presença dos Grão-Mestres Roberto Di Sena (GLERN) e Antônio Brito Dantas (GOIERN)
O médico Jeancarlo Cavalcanti foi o primeiro a usar a palavra

Em seguida a oratória coube ao Senador Paulo Davim
Após cada uma das palestras a palavra foi facultada a quem quisesse fazer perguntas aos conferencistas ...

... que foram respondidas atenciosamente...

... por ambos os palestrantes.

Todos estavam atentos aos temas abordados

Do Oriente ao Ocidente, o Templo estava repleto de Aprendizes, Companheiros e Mestres...

... inclusive demolays...

... e Filhas de Jó.







Mais uma vez a Loja São José se fez presente com um grande número de Obreiros, dando total apoio ao evento

O Grande Secretário de Educação e Cultura da GLERN Kleber Cavalcanti, idealizador e organizador do evento 


Ao final, os palestrantes foram presenteados com o selo  da GLERN

sábado, 6 de dezembro de 2014

SESSÃO CONJUNTA

Na noite da última terça-feira (02/12) a Loja São José recebeu a Loja Leal Independência do Oriente de Macaíba-RN para uma Sessão Conjunta.

Já há algum tempo a nossa Loja adotou como prática visitar com frequência as Lojas co-irmãs e também recebê-las, para que a integração entre os Irmãos ocorra em sua plenitude não apenas no restrito meio de nossa Oficina, mas compartilhando conhecimentos com Obreiros de outros Orientes, efetivando o preceito maçônico da universalidade.
Os Veneráveis das duas Oficinas ladeados pelo Grão-Mestre Roberto Di Sena e pelo Delegado Distrital Ir.'. Nicolau.
Entretanto, nesta ocasião, a Sessão Conjunta ficou ainda mais bela, visto que o Ser.'. Grão-Mestre de nossa Grande Loja, Roberto Di Sena, abrilhantou nossa reunião com sua presença, bem como os Irmãos de sua comitiva.
Destaque para o topo da Coluna do Norte, repleta de Aprendizes.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

"I CICLO DE DEBATES SOBRE OS PROBLEMAS NACIONAIS" - SAÚDE PÚBLICA

Na próxima quinta-feira (04/12) a GLERN sediará a segunda etapa do "I ciclo de debates sobre os problemas nacionais", cujo tema desta vez será a saúde pública.
Os debatedores serão o Senador da República Paulo Davim e o ex-presidente do CRM/RN Jeancarlo Cavalcanti.
As inscrições continuam abertas e podem ser realizadas pelo link disponibilizado abaixo: https://docs.google.com/forms/d/1M4dwqsKkHdA24wgU4AguToMdkXPZOHcCcnCFPQCssPY/viewform

Por razões de logística e conforto para os participantes, o local do evento foi alterado para a sede da GLERN, porém o horário das 19:30 continua mantido.
A presença dos Irmãos de todas as Lojas jurisdicionadas é muito importante para o fortalecimento da nossa Grande Loja como intercessora da sociedade mediante o poder público e no combate a inércia institucional em relação aos problemas pelos quais passa o nosso país.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

I CICLO DE DEBATES DOS PROBLEMAS NACIONAIS



Dando continuidade ao excelente projeto de promover debates com o intuito de discutir os problemas que assolam a nossa sociedade, a Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Norte realizará a segunda etapa do "I Ciclo de Debates dos Problemas Nacionais" cujo tema, desta vez, é a Saúde Pública no Brasil.
Assim como o primeiro, este debate acontecerá no auditório do CTGAS, às 19:30 horas do dia 04 de dezembro próximo.
Os palestrantes, já confirmados são o Senador e médico Paulo Davim e o também médico Jeancarlo Cavalcanti, ex-presidente do CRM/RN.
As inscrições já estão abertas e podem ser feitas através do endereço disponibilizado abaixo:

A Loja São José nº14, como não poderia ser diferente, apóia o evento e enviará uma comitiva, já confirmada, com mais de dez Obreiros, e entende que todas as Lojas da jurisdição deveriam fazer o mesmo, tendo em vista que o ciclo de debates não é um evento de promoção individual, muito pelo contrário, tem como objetivo o engrandecimento da Maçonaria como um todo, e obviamente, a melhoria das condições de vida do povo brasileiro.

SESSÃO CONJUNTA

Na noite da última terça-feira (11) a Loja São José teve a enorme satisfação em receber a Loja Cavaleiros de York para uma Sessão Conjunta.
As visitas e as sessões conjuntas já se tornaram uma prática da Loja São José mas, além da fraternal amizade que une todos os maçons do universo, existem Lojas cuja afinidade entre si são mais fortalecidas, e este é o caso da união entre a Oficina mipibuense e os Obreiros do Rito de York.
Como de costume, após a Sessão foi oferecido um ágape fraternal aos Irmãos Yorkianos, como forma de agradecimento e fortalecimento dos nossos laços fraternais.




domingo, 9 de novembro de 2014

PARABÉNS IR.'. WECSLEY DANTAS

No último dia 06/11 a A.'.R.'.L.'.S.'. 7 de Setembro realizou uma Sessão em comemoração aos 15 anos de Maçonaria do Ir.'. Wecsley Dantas, onde estiveram mais de 30 Irmãos representando 15 Lojas, e como não poderia ser diferente, a Loja São José nº14 esteve presente, sendo representada pelo V.'.M.'. Mário Azevedo de Paiva.


domingo, 26 de outubro de 2014

INICIAÇÃO NA LOJA SÃO JOSÉ

Na tarde/noite deste sábado (25/10) tivemos a imensa satisfação de iniciar em nossa Loja três novos Irmãos, que desde então passaram a fazer parte da grande família universal que é a Maçonaria.
Os neófitos Rodrigo, Wellington e Wilkie, assim como nossas novas cunhadas, foram recebidos com as formalidades de praxe.
Ao final da Cerimônia, como de costume, a Loja São José ofereceu um ágape fraternal a todos os convidados.

Os neófitos Rodrigo, Wilkie e Wellington








O showman Kalberg Azevedo






A justa homenagem ao Sr. Luiz, funcionário da Loja que estava aniversariando naquele dia.

domingo, 19 de outubro de 2014

A INICIAÇÃO MAÇÔNICA

Em Maçonaria a Iniciação é a chave, o ponto de partida, precedida, tão somente, pelos atos preparatórios…
Uma Iniciação sempre traduz uma expectativa porque é um princípio, e todo começo importa em fato novo.
O vocábulo Iniciação não se apresenta isolado; deva-se entender a palavra sob o aspecto filosófico, portanto ela é compreendida como sendo entrar em iniciação, ou seja, ingressar num início.
Uma iniciação não é um ato comum e tampouco exclusivo da Maçonaria ou de outra Instituição paralela. A criança é iniciada na escola quando ingressa no complexo (para ela) mundo das letras e dos números, da escrita e da oralidade. A puberdade envolve uma iniciação ao sexo.
A evolução normal dos povos civilizados apresenta uma tendência para a simplificação.
A iniciação maçônica de hoje difere muito da dos tempos iniciais, como acontece com os processos iniciáticos religiosos. O homem atual desenvolveu o poder da síntese, deixando de lado as evoluções desnecessárias. Questiona-se muito a respeito da validade ou não deste comportamento que, atingindo a Igreja, lhe causou certos transtornos.
O fator que mantém as tradições e que apresenta a iniciação maçônica como tradição do que era em séculos passados, é o símbolo. A supressão de certos atos, com a justificativa de modernizá-los, de simplificá-los, de adaptá-los às circunstâncias da atualidade. Na Maçonaria atual, modernizada, não abre mão de certos atos simbólicos porque eles representam de modo compreensível todo um conjunto de mistérios.
A revelação não supre o valor do símbolo. O mistério permanece e cada vez mais ele pode ser fortalecido e também ampliado, renovado e recriado. A mística é a grande atração para os maçons. Eles aceitam e mantêm a tradição.
Paralelamente à iniciação, o iniciado deixa ou adquire hábitos, jura, promete novas atitudes, novos comportamentos, nova filosofia de vida. Podemos exemplificar com a iniciação do sacerdote da Igreja que faz voto de celibato. Os Templários faziam voto de pobreza.
Se fôssemos verificar a respeito das variações iniciáticas entre os povos, religiões, raças e posições geográficas, nos perderíamos em um emaranhado de conceitos, válidos todos eles quando questionados e quando recebida a justificativa.
A criação do homem, embora lendária, foi uma iniciação. Juntado o pó com a água, feito o barro, concluída a modelagem, veio o sopro divino e, ainda que surgindo adulto, o primeiro homem símbolo teve um longo aprendizado. A sua posição era cômoda porque nada tinha para deixar atrás ou de lado. Tudo era princípio. Houve, sim, um voto. Apenas um: o de não comer dos frutos da Árvore do Conhecimento.
Não temos qualquer preocupação em duvidar desse princípio da criação. Mesmo que tenha sido uma tradição simbólica, início da saga hebraica, ele representa um ponto de partida. Se, antes, já existia o ser humano – os denominados “filhos da terra” – desses não temos a história. Iremos nos defrontar com teorias, as mais credenciadas, mas não poderemos sobre essas teorias construir nossa filosofia.
A Maçonaria acredita num princípio e obedece aos Landmarks, que são os princípios básicos de sua doutrina. A importância de estabelecer critérios analíticos em torno desse princípio não é vital. O posicionamento maçônico atual é o de crer e aceitar a existência de um Deus a quem denomina de Grande Arquiteto do Universo e da existência de uma vida após a morte.
Portanto, iniciação implica em aceitarmos um novo princípio, com todas as injunções que o compõem, inclusive com abrir mão de tudo o que era antes da iniciação.
Esta seção, separando o passado do presente, não é possível ocorrer no plano físico.                                                   O iniciado, ao deixar o Templo, ao retornar ao “mundo”, esquece a sua nova condição e readquire o comportamento que tinha isto paulatinamente, porque a “natureza não dá saltos”. O mundo então o recebe como ser mais aperfeiçoado. Toda iniciação se desenvolve no plano mental, espiritual e místico.
Muitos tendem a dar à Maçonaria um aspecto religioso e assim, dentro das Lojas, formam-se correntes as mais diversas. O religioso, de forma geral, tende a adaptar a Maçonaria aos seus princípios; assim, sob o ponto de vista espírita, o maçom espírita praticante construirá em sua iniciação um panorama que não conflite com sua crença. Porém, sem afirmar que a Maçonaria é agnóstica, a religião, embora extremamente necessária, não está incluída na filosofia maçônica.
Crer em Deus e numa vida futura não implica em qualquer princípio religioso. A religião fundamenta-se sempre, na fé. A Maçonaria prescinde desta fé. O maçom religioso será, sempre, um maçom compreensivo. O religioso crê no dualismo: Deus e Diabo. A Maçonaria aceita a Deus como um Princípio, sem a preocupação de perquirir sobre a origem deste Princípio, O homem, é criatura; o Criador é Deus. O homem é eterno; a Eternidade é Deus.
Temos, portanto, na iniciação um aspecto curioso: trata-se de uma Iniciação Maçônica e não de uma iniciação religiosa. Uma iniciação escolhida, aceita, experimental, e não uma iniciação imposta. A religião pode ser seleção, mas genericamente é imposta.
Nossos pais, por exemplo, nos impõem um nome que devemos suportar até a morte. Paralelamente, nossos pais nos dirigem para uma religião: a religião deles. Na maturidade, o homem pode escolher o seu próprio destino religioso, porém, a influência do lar será à base de tudo.
A Maçonaria aproxima o seu adepto a Deus. Ela o apresenta como uma obra perfeitamente construída, adornada e acabada por um Grande Arquiteto. O mistério se denomina, também, Deus. Para a Maçonaria o Diabo nada é; ela aceita o dualismo como equilíbrio de forças. O Diabo será apenas oposição, descrença, desamor. O homem passa constantemente por iniciações. Nem sempre, são iniciações conscientes.
A Iniciação Maçônica, como vimos, é formada por um conjunto de fatores. Inicialmente individual, para posteriormente integrar-se a um grupo.
As iniciações inconscientes resultam de uma evolução espiritual; o que se processa no homem, dentro de seu universo, ainda não está muito bem definido, mas existe. E a materialização do “conhece-te a ti mesmo”, da revelação do grande mistério da Criação. Homem, quem és?
A Maçonaria dá muitas respostas, mas se torna necessário que o candidato passe, efetivamente, por uma Iniciação. A Maçonaria precisa com muita urgência, para sobreviver, de iniciados, e não de elementos que passam por uma iniciação sem que a morte se efetive. Para uma comparação, com a finalidade de que haja compreensão maior, foi necessário para Jesus que morresse para cumprir a sua missão de redimir o homem. Sem uma morte, não haverá iniciação.
… Portanto, em resumo, a Iniciação nada mais é do que a aceitação da morte. Assim, esta morte perde o seu aspecto trágico.
Quando o homem se convencer de que a Iniciação para uma nova aventura. Todos aqueles que tiverem um amigo maçom e que forem propostos como candidatos ao ingresso na Maçonaria, terão uma oportunidade única e exclusiva. Sempre, contudo, que o candidato busque entender a Iniciação.
Em outros países – Estados Unidos, Argentina, Chile, Uruguai, etc. – as Lojas distribuem aos candidatos um manual que serve de orientação, inclusive dos familiares. Nós, brasileiros ainda temos tabus quanto ao ingresso na Ordem. O candidato, já adentrando a Câmara das Reflexões, ainda ignora o que seja a iniciação. Esta falha é imperdoável.
Cabe ao apresentador, ao padrinho esclarecer seu afilhado acerca do que seja a iniciação maçônica. Obviamente se esse mestre souber realmente da importância deste conhecimento.
O homem em núpcias prepara-se para a iniciação do casamento, tendo já passado por um período de noivado. O casamento indubitavelmente é uma das fases mais importantes tanto para o homem quanto para a mulher. Trata-se de uma iniciação séria que cada vez menos é assim considerada, pois assistimos a desfazimentos de casamento por motivos os mais fúteis possíveis.
O importante da iniciação do casamento é que se apresenta contínua. Cada dia que passa surgem problemas que devem ser solucionados, e isto perdura até o fim; não o fim de um casamento mas o da vida.
Passado o período de “mel”, surgem os filhos e a grande problemática do amadurecimento, o encaminhamento dos filhos para a vida, as questões que, eles geram as preocupações. Depois, vêm os netos, as enfermidades, a velhice. Muitas vezes o casamento se interrompe com a morte da companheira, afastamento permanente que causa traumas.
Mesmo havendo separação, prematura ou não, as funções geradas pelo casamento não cessam; em caso de separação judicial, subsiste a manutenção do outro cônjuge, dos filhos menores e desamparados: uma continuidade trágica, perturbadora, que traz, sempre, infelicidade.
Assim é o maçom. A sua iniciação não apresenta um ponto estanque; é contínua e permanente, porque a cada dia que passa novas experiências surgem. Até o fim, o fim da vida, o maçom prossegue nos atos misteriosos e místicos da iniciação. O maçom é para sempre, in eterno. O maçom depois de iniciado sempre será maçom.
Temos a iniciação profissional. No início entusiasta, depois rotineira. Conforme a profissão, ela se apresenta insossa, repetitiva, um castigo, tudo sempre igual: um patrão, uma tarefa, sempre em busca da aposentadoria. Há profissões, porém, que exigem progresso, atividade constante, e que dão grande satisfação; como acontece nas pesquisas científicas.
A Maçonaria também possui essa parte: a grande busca, a experiência, o próximo como elemento de trabalho operativo. Essas iniciações são simultâneas: religiosas, espiritualistas, científicas, operacionais, místicas, enfim, um corolário de princípios que não cessa prossegue até o fim da vida, desta vida.
Não podemos fixar uma norma a respeito da iniciação; a Maçonaria dispõe de tradição para realizar iniciações formalmente iguais, revestidas de simbolismo escolar. No entanto, nem a Maçonaria, nem as religiões, nem a própria vida, iniciam alguém.
A iniciação é mística individual, pois ela se realiza dentro do indivíduo. Obedece-se a ritos rígidos, esses são externos, daí que a cerimônia iniciática se reveste de características fixas, enquanto a cerimônia mística envolve a personalidade do iniciando e difere de indivíduo para indivíduo. Com isto, surge a incógnita da possibilidade ou não de encararmos uma iniciação rotulada de atualizada ou moderna.
A iniciação, seja qual for, será sempre paralela ao desenvolvimento espiritual do indivíduo. Uma obra clássica não significa antiga, de séculos passados. O clássico pode ser moderno e atual; o que classifica é o lugar que encontra na sociedade. Assim, podemos fixar uma iniciação clássica como a aceita por uma maioria. Sempre, porém, ela será atual no conceito do iniciando e não no conceito do iniciador.
A instrução era feita, a cinqüenta anos atrás, de conformidade com os métodos tradicionais; primeiramente, a alfabetização, para depois, ano após ano, num trabalho de paciência beneditina, incutir na mente do aluno o conhecimento previamente programado, numa escala crescente para desenvolver o raciocínio até atingir a universidade, onde a personalidade do mestre passava a plasmar a cultura.
Hoje, a televisão se encarrega de tudo. Amanha, quem sabe, a telepatia dará a orientação precisa e correta. Portanto, quando se cogita de entender o que seja uma iniciação, deve-se atentar a todas as suas nuances e facetas, para, depois, colher os resultados. E por este motivo que sempre alertamos: o iniciado não é o que passa por uma iniciação, mas o que inicia.
O segredo, o grande segredo maçônico é o comportamento do iniciando na Câmara das Reflexões, tão conhecida pelos maçons e de certo modo um assunto esotérico, ainda particular, de vendado de forma muito discreta numa linguagem apropriada compreensão dos maçons, daqueles verdadeiramente iniciados.
O candidato, concluída a sindicância e aprovado pelo plenário, sem voto divergente, é chamado. Esta chamada contém muito misticismo. Dissera Jesus ao discípulo: “vem e segue-me”. O candidato, nesta altura já avisado de que a sua entrada para a Maçonaria foi aceita, responde a chamada. É muito importante ser chamado.
Na competição atual, o homem busca alcançar um espaço; ele desbrava caminhos, luta e nem sempre vence. Porém, na Maçonaria, quando menos espera, recebe o chamado, transmitido pelo seu apresentador, seu padrinho. Esse chamado deve ser atendido? O que passa pela mente do candidato?
O atender o chamado significa um ato de obediência. A obediência de modo geral, significa submissão, ou seja, uma concordância tácita de que tem disposição para ingressar em uma Instituição que desconhece. O enigma deve ser decifrado e o homem, por ser desafiante, ousado, impetuoso, passa a enfrentar o desconhecido. Ignora o nome dos participantes da Instituição onde anuiu ingressar, ignora a filosofia do grupo, os conceitos, a parte esotérica. Porém, aceita e acompanha o padrinho até o Templo.
Atender ao chamamento é o resultado do trabalho de preparação que aludimos acima. Toda Loja, toda jurisdição maçônica trabalhou com muito interesse para atrair o novo irmão que irá beneficiar com a sua personalidade e presença a fraternidade universal.
É o retorno, o eco das vibrações enviadas através da mente, da voz, das práticas, do misticismo, do mistério. Se o chamamento for bem equacionado, se as vibrações emanadas tiverem sido bem distribuídas, indubitavelmente atingiram em cheio o candidato e ele não poderá, de modo algum, negar o chamamento.
Não será ele quem decide. A congregação é que decidiu recebê-lo. E a fatalidade da preparação a que ninguém escapa a atração irresistível em busca, inconsciente, da perfeição. Assim, o candidato se entrega totalmente à iniciação. Aqui cessa a participação individual para dar lugar à participação do grupo.

Fonte: www.obreirosdeiraja.com.br

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

IR.'. RUBENS AZEVEDO MINISTRA PALESTRA SOBRE A EGRÉGORA

Em nossa reunião do dia 07 de outubro, tivemos a grata satisfação de recebermos em nossa Loja o Ir.'. Rubens Azevedo que ministrou belíssima palestra cujo tema é muito importante para toda a Maçonaria nos dias atuais: a Egrégora.

 
O Ir.'. Rubens, que é um estudioso de vários temas maçônicos e profanos, explorou o já referido tema abordando uma abrangência maior das energias por nós emanadas, não apenas do ponto de vista espiritual mas também da física, o que foi extremamente elucidativo para todos, mas principalmente para os Aprendizes.


Ao final, todos nós que tivemos o enorme prazer de assistir a tão brilhante explicação, saímos de nossa sessão com muito mais conhecimento do que quando entramos.


Portanto, só temos a agradecer o Ir.'. Rubens pela dedicação à Maçonaria, e enfatizar que a Loja São José nº14 estará sempre de portas abertas para que esse digníssimo Ir.'. venha dividir conosco um pouco de seu vasto conhecimento.