terça-feira, 24 de setembro de 2013

A CABALA E AS CELEBRIDADES

Nos últimos anos, muitas celebridades têm aderido à Cabala como opção alternativa de espiritualidade. Não há dúvida que a mais famosa delas é certamente Madonna, a cantora que desde o início da carreira vive cercada pela controvérsia, e que plasmou sua admiração por esta antiga doutrina judaica em ao menos dois de seus mais recentes álbuns.
Entre muitos outros famosos que estão hoje relacionados à Cabala, encontramos o ator Ashton Kutcher, a atriz Demi Moore, o jogador de futebol David Beckham, o cineasta Guy Ritchie e a cantora Britney Spears.

Diante da adesão em massa de astros e estrelas a esta corrente espiritualista, é natural que tenham surgido questões a respeito da natureza do interesse de personalidades de grande expressão na mídia pela Cabala.
Afinal, a experiência mostra que, no mundo das celebridades, é difícil discernir entre o interesse pessoal verdadeiro e o oportunismo midiático, capaz de reverter qualquer banalidade em preciosos momentos de exposição pública.
Muito do que é feito e dito por pessoas famosas possui como fundamento exclusivo a necessidade de exposição e autopromoção, de modo que suas carreiras ganhem novo fôlego. Se isto ocorre de modo corriqueiro em relação a casamentos, divórcios, brigas, escândalos, revelações bombásticas, viagens e aquisições de bens, o que poderia ser dito então no tocante à opção religiosa ou espiritual?
É por isto que até mesmo a própria Cabala acabou maculada pela onda de famosos que resolveram adotá-la como prática espiritual. E isto não foi nada difícil, já que a maioria das celebridades resolveu frequentar o Kabbalah Center do rabino Yehuda Berg, com mais de 50 centros em funcionamento pelo mundo, e que costuma ser criticado por oferecer mais comercialização do que iluminação. Ali, a leitura do Zohar ganha a companhia da venda de pedras, velas, braceletes e água consagrada capaz de limpar a alma, tudo a preços nada módicos.
De qualquer maneira, é bem possível que mais além das urgências promocionais exista um fundamento razoável para o interesse das celebridades pela Cabala. É o próprio Yehuda Berg quem explica que as celebridades se sentem atraídas por esta doutrina porque são pessoas que já alcançaram grande sucesso material, tendo chegado a um momento em suas vidas no qual se perguntam: “E agora?”
Em termos materiais, trata-se de pessoas que já fizeram ou tiveram a oportunidade de realizar quase tudo. E tudo isso a custo de uma dedicação profissional extrema, tão intensa que costuma invariavelmente conduzí-los ao estresse, ao desajuste de comportamento e à dependência de álcool ou drogas.
No meio em que vivem as celebridades, seus egos se assemelham a balões infláveis, e as exposições públicas e os assédio interminável são como poderosas lufadas que os fazem crescer até o limite. Como se sabe, inclusive no próprio ensinamento cabalista, o ego traz apenas a ilusão da felicidade; sua face real é terrível, e o sofrimento é uma consequência inevitável.
Assim, não se pode duvidar da existência de uma busca autêntica pelos ensinamentos da Cabala, já que esta oferece ao indivíduo - não importa o tamanho do seu ego – a possibilidade de entender a sua relação com a divindade, além de visualizar um caminho de realização espiritual diverso e não tão reacionário quanto aquele oferecido pelas diversas vertentes do cristianismo atual. Enfim, a Cabala pode trazer a oportunidade de elaborar uma resposta àquela pergunta: “E agora?”.
 
www.sgi.org.br

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A VONTADE DE DEUS

Muitos não gostam da afirmação de que “Deus escreve certo por linhas tortas” por parecer um axioma fatalista e determinista, que anula por completo o livre-arbítrio do ser humano. Na tão incansável – e justa – busca pela liberdade, o indivíduo moderno esqueceu que, em termos espirituais, a autêntica liberdade é praticamente um sinônimo de obediência à Vontade de Deus.
A anedota transcrita abaixo, cujo autor desconhecemos, joga uma luz sobre a natureza inteligente da ação da vontade divina sobre nossas vidas. A estória pode servir como uma útil recordação para quem se encontra em momentos de dificuldade e busca o alívio de seus sofrimentos.
Um Rei que não acreditava na bondade de Deus tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: “Majestade, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra!” Certo dia o Rei e seu criado saíram para caçar e uma fera atacou o monarca. Seu servo conseguiu matar o animal, mas não foi capaz de evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.
Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: “Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.” Calmamente o servo apenas respondeu: “Majestade, apesar desta tragédia, só posso dizer-lhe que Deus é bom; e ele sabe o por que de todas as coisas.”
Indignado com a resposta, o Rei mandou prender o seu servo. Algum tempo depois, o nobre saiu para uma outra caçada e desta vez seu destino foi ainda mais cruel, pois foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos. Já no altar, prontos para sacrificá-lo, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.
Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afetuosamente. “Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo! Contudo, ainda tenho uma dúvida: Se Deus é mesmo tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?”
Ao que o servo respondeu: “Majestade, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito”

domingo, 22 de setembro de 2013

A BANDEIRA DA PAZ UNIVERSAL

Hasteada sobre monumentos culturais e carregada por braços que celebram ou exigem a liberdade, a paz, a fraternidade, a igualdade e a justiça, a Bandeira da Paz é um poderoso símbolo universal, adaptado de elementos simbólicos presentes em diversas culturas pelo sábio Nicholas Roerich, destinada a servir como divisa da elevação da cultura e da paz por sobre guerra.
Ela foi desenvolvida como símbolo do Pacto Roerich, um tratado internacional assinado em 15 de abril de 1935, o primeiro dedicado à proteção das instituições artísticas e científicas e dos monumentos históricos. A ideia mais importante deste Pacto é o reconhecimento legal do fato de que a defesa dos objetos culturais é mais importante do que a defesa militar, e que a proteção da cultura sempre deve preceder qualquer necessidade militar.
A Bandeira foi proposta por Nicholas Roerich, para um Pacto Internacional dos valores culturais, que em suas palavras corresponde a um ideal humanitário destinado a ser o guardião das realizações culturais da humanidade.
Isso a torna um instrumento semelhante à Cruz Vermelha, que por sua vez está destinada ao trabalho de aliviar os sofrimentos físicos dos seres humanos. Mais abstrata no entanto, a Bandeira deve ser o símbolo do planeta como um todo, de todo o mundo civilizado, e não de uma única nação.
O filósofo e pintor Nicholas Roerich (1874–1947) foi quem deu início ao movimento moderno que defende e preserva os objetos culturais, como princípio fundamental da ideia de Paz entre as Civilizações. Além de ser reconhecido como um dos maiores pintores russos, seu maior feito durante a vida foi o Pacto Roerich, assinado pelos congressistas dos estados americanos no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC.
Nicholas Roerich nasceu em São Petersburgo, e desde cedo recebeu o estímulo de seus pais para que se dedicasse à pintura. Aos 26 anos de idade ele se mudou para Paris, para aprender com Fernand Cormon, o professor de Van Gogh e Toulouse Lautrec. De volta à São Petersburgo, casou-se com Helena Shaposhnikova, quem se tornaria a criadora da filosofia do Agni Yoga.
A ideia de proteção dos monumentos culturais foi formulada antes de sua ida à Paris. Durante suas escavações na província de São Petersburgo, Roerich percebeu a necessidade de defender a visão de mundo que as civilizações antigas legaram ao mundo moderno na forma de monumentos.
Logo depois, Roerich e sua esposa viajaram por cerca de quarenta antigas cidades russas, criando uma ampla série de estudos arqueológicos e quase uma centena de pinturas dos lugares visitados. Então, desde a guerra entre a Rússia e o Japão (1904–1905), Roerich passou a escrever por mais de uma década diversos artigos nos quais expressava a necessidade de um tratado especial para a proteção das instituições e dos monumentos culturais.
Apenas em 1929, mediante a colaboração de um doutor em Direito Internacional e Ciências Políticas de Paris, Roerich preparou o projeto de um Pacto para a proteção dos valores culturais. Ao mesmo tempo, propôs um símbolo distintivo para identificar os objetos que tivessem a necessidade desta proteção, que viria a se tornar a Bandeira da Paz.
Seu fundo branco ostenta esferas da cor do amaranto, três delas unidas dentro de um círculo para simbolizar a Eternidade e a Unidade. O sinal da Trindade pode ser encontrado espalhado por todo o mundo, especialmente nas religiões. Contudo, cada pessoa pode enxergar nestas três esferas avermelhadas e no círculo que as envolve aquilo que bem entender.
Há quem enxergue neste símbolo o passado, o presente e o futuro, unidos pelo círculo da eternidade. Outros verão a religião, a ciência e a arte inseridas no círculo da cultura. Cristãos enxergarão a Santíssima Trindade, budistas verão o Buda, o Dharma e o Sangha, hindus reverenciarão a Trimurti, ou seja, Brahma, Vishnu e Shiva, enquanto os gnósticos recordarão da Morte, do Nascimento e do Sacrifício, os Três Fatores de Revolução da Consciência.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

MAÇONARIA DECISIVA NA REVOLUÇÃO FARROUPILHA

Há 178 anos, em 20 de setembro de 1835, iniciava-se a Revolução Farroupilha (ou Guerra dos Farrapos) e, em homenagem aos grandes maçons brasileiros que foram os mentores desta revolta, publicamos o texto completo do Balaústre da Sessão Maçônica onde, dois dias antes, foi tomada a decisão pela luta.


Aos dezoito dias do mês de setembro de 1835 E:. V:. e 5835 V:. L:., reunidos em sua sede, sito à Rua da Igreja, nº 67, em lugar Claríssimo, Forte e Terrível aos tiranos, situado abaixo da abóbada celeste do Zenith, aos 30º sul e 5º de latitude da América Brasileira, ao Vale de Porto Alegre, Província de São Pedro do Rio Grande, nas dependências do Gabinete de Leituras onde funciona a Loj:. Maç:. Philantropia e Liberdade, com o fim de, especificamente, traçarem as metas finais para o início do movimento revolucionário com que seus integrantes pretendem resgatar os brios, os direitos e dignidade do povo Riograndense. A sessão foi aberta pelo Ven:. Mestre, Ir:. Bento Gonçalves da Silva. Registre-se, a bem da verdade, ainda as presenças dos IIr:. José Mariano de Mattos, ex- Ven:., José Gomes de Vasconcellos Jardim, Pedro Boticário, Vicente da Fontoura, Paulino da Fontoura, Antônio de Souza Neto e Domingos José de Almeida, o qual serviu como secretário e lavrou a presente ata. Logo de início o Ven:. Mestre, depois de tecer breves considerações sobre os motivos da presente reunião, de caráter extraordinário, informou a seus pares que o movimento estava prestes a ser desencadeado. A data escolhida é o dia vinte de setembro do corrente, isto é, depois de amanhã. Nesta data, todos nós, em nome do Rio Grande do Sul, nos levantaremos em luta contra o imperialismo que reina no país. Na ocasião, ficou acertada a tomada da capital da província pelas tropas dos IIr:. Vasconcellos Jardim e Onofre Pires, que deverão se deslocar desde a localidade de Pedras Brancas, quando avisados. Tanto Vasconcellos Jardim como Onofre Pires, ao serem informados, responderam que estariam a postos, aguardando o momento para agirem. Também se fez ouvir o nobre Ir:. Vicente da Fontoura, que sugeriu o máximo cuidado, pois certamente, o Presidente Braga seria avisado do movimento. O Tronco de Beneficência fez a sua circulação e rendeu a medalha cunhada de 421$000, contados pelo Ir:. Tes:. Pedro Boticário. Por proposição do Ir:. José Mariano de Mattos, o Tronco de Beneficência foi destinado à compra de uma Carta da Alforria de um escravo de meia idade, no valor de 350$000, proposta aceita por unanimidade. Foi realizada poderosa Cadeia de União, que pela justiça e grandeza da causa, pois em nome do povo Riograndense, lutariam pela Liberdade, Igualdade e Humanidade, pediam a força e a proteção do G:. A:. D:. U:. para todos os IIr:. e seus companheiros que iriam participar das contendas. Já eram altas horas da madrugada quando os trabalhos foram encerrados, afirmando o Ven:. Mestre que todos deveriam confiar nas LL:. do G:. A:. D:. U:. e, como ninguém mais quisesse fazer uso da palavra, foram encerrados os trabalhos, do que eu, Domingos José de Almeida, Secretário, tracei o presente Balaústre, a fim de que a história, através dos tempos, possa registrar que um grupo de maçons, homens livres e de bons costumes, empenhou-se com o risco da própria vida, em restabelecer o reconhecimento dos direitos desta abençoada terra, berço de grandes homens, localizada no extremo sul de nossa querida Pátria. Oriente de Porto Alegre, aos dezoito dias do mês de setembro de 1835 da E:. V:., 18º dia do sexto mês, Tirsi, da V:. L:. do ano de 5835.


Ir Domingos José de Almeida - Secretário

PETRÓLEO INTERIOR

Petróleo é uma palavra derivada do latim petroleum, por sua vez, composto de petra e oleum. O radical petra significa pedra em grego, enquanto o radical oleum significa óleo, referindo-se assim a uma substância gordurosa. Poderíamos, em uma tradução livre, concluir que petróleo significa “Óleo de pedra”.
O petróleo é um combustível fóssil, ou seja, é derivado da decomposição de matéria orgânica, morta há milhares de anos, e que por processos físicos e químicos sofre certo tipo de transformação. Esta matéria morta, ao passar dos anos, vai sendo coberta por poeira e sedimentos. Podemos verificar isso quando observamos que cidades antigas abandonadas estão atualmente soterradas.
Após milhares de anos, esta matéria em decomposição que estava na superfície, vai sendo enterrada à profundidades cada vez maiores. Começa então a sofrer pressão do material que está na superfície, além de sofrer aquecimento pelo calor do interior da Terra, ocasionando um processo de mudança, uma Alquimia.
Os elementos orgânicos ficam então reduzidos à cadeias de hidrocarbonetos, que como o próprio nome sugere, são compostos que possuem em sua estrutura apenas Carbono e Hidrogênio. Interessante realizarmos, neste momento, uma breve reflexão sobre estes dois elementos importantes para a vida em nosso Planeta Terra.
Segundo a Alquimia Interior, o Carbono e o Hidrogênio em nosso interior representam, respectivamente, o nosso Corpo Solar da Vontade Consciente e nosso Corpo Físico/Etérico. Em relação ao “Hidrogênio”, podemos realizar um paralelo filosófico e compreender que o petróleo é um “óleo de pedra”, ou seja, é um óleo que provém da morte de certos tipos de elementos, tanto externamente quanto internamente. A matéria orgânica morre, sofre pressão e aquecimento para transformar-se em combustível no mundo físico. Assim também acontece com a nossa energia vital, de tipo sexual.
Sabemos que nossos pensamentos são um tipo de alimento, e a morte de nossos defeitos psicológicos contribui para a melhoria de nossas energias internas. Ainda em relação ao Hidrogênio interior, não é por acaso que dentro do Ocultismo informamos que esta energia de tipo etérica provém do Centro Sexual, reduto de nosso Corpo Vital. Este Corpo é também conhecido como Pedra Cúbica de Yesod, ou seja, a nossa Pedra Fundamental para a construção de nosso templo interior.
Observamos que o petróleo, quando achado no interior da Terra, possui uma coloração negra. Assim também nos é dito na Sagrada Alquimia, simbolizado pelo corvo negro. Falando agora um pouco sobre o Carbono interior, ou nosso Corpo Solar da Vontade Consciente, diríamos que ele deve ser forjado mediante transmutações sutis.
A perfeição na organização do Carbono físico está associado com um outro material importante: O Diamante. Também é assim em nosso interior: Devemos criar nossos corpos superiores, e ao atingirmos a perfeição, atingiremos o estado que Helena Petrovna Blavatski denominou de Alma-Diamante. Sendo assim, apenas a nossa Vontade Consciente, solar – Carbono – associado de forma positiva com a energia vital, sexual – Hidrogênio – pode formar um “hidrocarboneto interior”, um dos nossos maiores tesouros: Nosso Petróleo Interior.
 
Fonte: www.sgi.org.br

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

OS NAZISTAS INVENTARAM OS DISCOS VOADORES?

Durante a Segunda Guerra Mundial, vários discos voadores são observados realizando manobras aéreas incríveis, e estas observações são reportadas por muitas testemunhas bastante confiáveis. As opiniões se dividem, e enquanto alguns pensam que se trata de veículos alienígenas, outros consideram serem apenas ilusões de ótica. Contudo, há quem apresente uma versão mais terrestre, e ao mesmo tempo mais sinistra.
Há um rastro de evidências presentes em documentos capturados pelos norte-americanos que apontam para uma tecnologia secreta desenvolvida pelos nazistas, além de uma conspiração surgida logo após o encerramento da Segunda Guerra Mundial com o objetivo de manter estes discos voadores envolvidos em mistério até os dias atuais.
Até os dias de hoje, o Centro Nacional de Relatos de OVNI’s registra cerca de 400 novos avistamentos por mês. Objetos em forma de discos, aparelhos triangulares e luzes voadoras são os mais avistados. Muitos acreditam que estes objetos vêm do espaço distante, mas existe uma outra teoria, no mínimo intrigante.
Segundo esta teoria, o que agora chamamos de objetos voadores não identificados surgiu na Segunda Guerra Mundial, no interior da Alemanha nazista comandada por Adolf Hitler.
Uma nova investigação revela que engenheiros nazistas trabalhavam em aparelhos em forma de discos, decolagens verticais e avançados sistemas de propulsão. Depois da guerra, militares norte-americanos teriam levado os projetos em segredo para os Estados Unidos, junto com milhares de cientistas e engenheiros nazistas.
Dois anos depois, em 1947, surge a primeira onda de avistamentos de OVNI’s nos Estados Unidos, a qual se espalha para todo o mundo. Segundo esta teoria, os OVNI’s avistados por todo o planeta seriam avançados aparelhos secretos norte-americanos desenvolvidos a partir de projetos científicos alemães capturados após a guerra.
Documentos britânicos e norte-americanos divulgados revelariam que no céu sobre a Alemanha, pilotos viam com frequência objetos voadores bastante incomuns. Quando as tripulações aliadas tentavam uma abordagem, os OVNI’s não agiam normalmente, como se fossem aparelhos convencionais.
Estes objetos receberam o nome de Foo Fighters, que se consolidou como uma expressão utilizada para descrever o fenômeno onde uma ou mais esferas luminosas de diversas cores eram avistadas durante a Segunda Guerra Mundial. Durante algum tempo, pensou-se que se tratava de uma espécie de arma psicológica dos nazistas, que visava atordoar e confundir os pilotos.
Alguns pilotos que avistaram os Foo Fighters sugeriram que eles se movimentavam a milhares de quilômetros por hora, pela forma como se moviam pelos ares, aproximando-se ou afastando-se deles. Inicialmente, as tripulações aliadas nada disseram sobre os avistamentos, mantendo-os em segredo com medo de desconfiança e de represálias.
Os relatórios sobre os Foo Fighters percorreram a cadeia de comendo das Forças Militares dos EUA. Muitos cientistas se reuniram para avaliar o fenômeno, mas ninguém oferecia respostas satisfatórias. Os militares foram instruídos a manter silêncio, mas as informações acabam vazando e os jornais publicam histórias sobre os misteriosos objetos.
Os aliados tinham boas razões para temer o surgimento de armas secretas alemãs. Naquela época, poderosos mísseis alemães já choviam sobre toda a Inglaterra, enquanto caças nazistas abatiam bombardeiros aliados e Adolf Hitler discursava sobre novas armas espantosas que estaria desenvolvendo para que a Alemanha vença definitivamente a guerra.
Se estes misteriosos objetos eram armas secretas nazistas, elas poderiam estar escondidas em instalações ocultas à cerca de 6km de profundidade, em uma série de complexos escavados espalhados ao longo da Polônia, da Áustria e da Checoslováquia, desde quando a máquina de guerra alemã se mudou para o subsolo para escapar dos fortes bombardeamentos aliados, no verão de 1944.
Um grande número de cientistas habitava os subsolos nazistas, e ali eles teriam desenvolvido uma série de avanços tecnológicos militares, incluindo novas formas de propulsão de aeronaves. Os progressos científicos eram considerados uma verdadeira operação de guerra, comandada por Hans Kammler, engenheiro e General da Schutzstaffel, mais conhecida como SS.
Num subsolo da cidade de Pilsen, na Checoslováquia, o temido General Kammler, chefe de toda a divisão de armas secretas nazistas, em conjunto com um grupo de cientistas selecionados, aprovou o começo de uma série de mudanças em armas avançadas, algumas delas tão radicais que eram conhecidas por apenas um punhado de pessoas.
Como as pistas de decolagem das aeronaves militares alemãs tinham estavam sendo destruídas, os sistemas de decolagem vertical se tornaram uma obsessão para Hitler, e consequentemente para Kammler. Para este fim, é construído um projeto específico, intitulado O Sino, em referência a um aparelho cuja cobertura inteiramente feita de cerâmica se assemelhava a um sino, e cujo sistema de propulsão pode ter se tornado numa forma muito eficiente de se dominar a gravidade.
Mas, quando em 1945 os aliados tinham quase dominado as forças de Hitler, tinha chegado a hora de cientistas e engenheiros deixarem a Alemanha. Foi quando o projeto O Sino desapareceu. Em abril de 1945, Adolf Hitler ordena a morte de 62 cientistas que trabalhavam no projeto O Sino, bem como inúmeros operários que trabalharam em campos secretos. Esses assassinatos foram supervisionados pelo próprio Kammler.
As entradas nos túneis secretos foram soterradas, e muitos trabalhadores foram fechados lá dentro, numa tentativa de destruir todos os vestígios dos projetos secretos nazistas. Mas Hitler nem desconfia que Kammler estava prestes a mudar de lado. Ele planejava levar todos os segredos nazistas aos norte-americanos em troca de imunidade. O fato é que em 1945 ele desapareceu para sempre. Curiosamente, no julgamento de Nuremberg, Kammler praticamente não foi citado, apesar de ter sido ele o responsável pelo extermínio no Gueto de Varsóvia.
Além disso, os norte-americanos realizaram um projeto secreto intitulado Operação Paperclip, que levou aos Estados Unidos milhares de mentes alemãs brilhantes e cheias de conhecimentos e segredos. Logo no ano seguinte ao fim da guerra, em 1946, começou a primeira onda de avistamento s de OVNI’s por toda a extensão dos Estados Unidos.
Em julho de 1947, um novo objeto se estraçalha perto da base militar de Roswell, no Novo México. Após investigar o incidente, a Força Aérea fornece um comunicado surpreendente à imprensa. Nele, afirma que tinham capturado um disco voador, para em algumas horas reverter a natureza do comunicado e afirmar que, na realidade, tratava-se de um balão meteorológico.
Depois de Roswell, os avistamentos disparam, alcançando seu ápice nos anos 50. Muitos deles aconteceram em locais próximos a importantes bases militares norte-americanas. Eram tantos os avistamentos que parecia haver uma guerra aérea sobre os Estados Unidos naquela época. O público se convencia de que estava em curso uma invasão alienígena, e a própria cultura popular reforça esta mensagem.
Estas e outras inúmeras evidências levam a crer que os militares norte-americanos estavam realizando testes secretos com discos voadores, e para isso deveriam ter um lugar para escondê-los. E o lugar perfeito para isso estava no deserto de Nevada, num local conhecido como Área 51, o lugar onde a Força Aérea Norte-Americana realiza seus testes aéreos mais secretos.
Estes projetos recebem verba do Congresso, mas não são reconhecidos pelo Departamento de Defesa. A função, o propósito a existência de projetos que custam cerca de 40 a 45 bilhões de dólares por ano não são revelados. O muro de silêncio em torno da Área 51 é mantido pela dificuldade em se aproximar do local, bem como pela alta seletividade de seus funcionários.
Muitos investigadores destes temas concluem que as autoridades norte-americanas usam o que chamam de mito extraterrestre para esconder seus projetos ultra-secretos. Desta forma, a cada acidente ocorrido com aeronaves de guerra de última geração, informações desencontradas a respeito de OVNI’s caindo na superfície terrestre seriam ventiladas para o público em geral através da mídia.
Em 1997, a CIA admitiu sua participação ativa em campanhas de desinformação relacionadas com OVNI’s. Alguns sugerem que toda vez que começa-se a falar a respeito da Área 51, surgem informações escassas sobre avistamentos de objetos estranhos nos céus e aparições de pequenos alienígenas cinzentos, como resultado de esforços deliberados de desinformação sobre projetos secretos que tiveram sua origem ainda nas mentes dos cientistas da Alemanha Nazista.
Durante 25 ou 30 anos, projetos secretos foram desenvolvidos na Área 51, sendo financiados por centenas de bilhões de dólares. O fato é que as forças militares norte-americanas vêm escondendo com sucesso seus projetos aeronáuticos mais secretos, ao mesmo tempo em que o tema dos extraterrestres e seus veículos espaciais consolidou-se como um mito bastante popular e até mesmo muito lucrativo para a mídia e a indústria do cinema.

Fonte: www.sgi.org.br

EXISTE VIDA APÓS O PARTO?

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída. O cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente, como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

APAGANDO VELINHAS

Quem comemorou mais um aniversário ontem (17) foi a cunhada Adelúcia, esposa do Ir.'. Celso Lucena.
Que o G.'.A.'.D.'.U.'. continue a abençoar esta bela família com muita saúde, paz e felicidades!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

A FLOR DA VIDA E A GEOMETRIA SAGRADA

Em todo o mundo há inúmeras construções de caráter religioso que foram elaboradas segundo os princípios da geometria sagrada. São igrejas, templos, monumentos, altares e jardins destinados a transmitir de maneira visual ensinamentos de natureza superior, já que tiveram sua constituição determinada por formas e proporções geométricas dotadas de especial significado místico.
Ao longo da história espiritual da humanidade, números e formas geométricas sempre foram considerados entidades especiais dotadas de um poder de criação e sustentação da vida. Enquanto os números são mais abstratos e conceituais, as figuras geométricas carregam maior apelo emocional, já que podem ser vistas e usadas para a construção de objetos no mundo físico.
Uma das formas geométricas mais interessantes, mais antigas e que atualmente é muito usada em práticas místicas e para facilitar a transmissão de ensinamentos de certos movimentos espiritualistas é a chamada Flor da Vida.

Este é o nome moderno dado à uma figura geométrica composta de vários círculos de igual diâmetro, sobrepostos de maneira padronizada, formando uma estrutura semelhante à uma flor composta, em seu núcleo, por seis pétalas simétricas.
Numa cadeia infinita de círculos que formam uma teia harmoniosa dentro da qual emergem figuras geométricas sagradas para muitas tradições espirituais antigas, o centro de cada círculo está posicionado exatamente sobre a circunferência dos seis círculos que o cercam.
Muitos consideram a Flor da Vida como um dos mais importantes símbolos da geometria sagrada, pois dentro dela estariam codificadas as formas fundamentais que constituem aquilo que conhecemos como tempo e espaço. Estas formas seriam as estruturas conhecidas como a Semente da Vida, o Ovo da Vida, o Fruto da Vida e a Árvore da Vida.
Portanto, ela contém em si mesma as diversas etapas do desenvolvimento da vida, desde o surgimento com a Semente, sua expansão através do Ovo, sua proteção através do Fruto, a manifestação de sua beleza através da Flor e sua expressão final na Árvore, de onde nascerão as novas sementes, retomando assim o ciclo natural de expansão da natureza.

A vida tem sua origem nas águas e toda a vida na Terra requer a presença deste elemento para a sua manutenção. Ao contemplarmos a forma da Flor da Vida, com seus raios que partem do centro formando um hexágono, encontramos outro aspecto simbólico que reforça a mensagem transmitida por esta figura geométrica, pois sua forma básica é igual ao modelo estrutural do floco de neve, a água cristalizada.
Por este motivo a Flor da Vida é reverenciada desde tempos imemoriais, tendo servido como elemento de construção simbólica para muitas culturas antigas e alguns dos mais ilustres sábios da humanidade. Com muito pouca pesquisa é possível encontrar a Flor da Vida em muitos templos, obras de arte e manuscritos de culturas antigas espalhados por diversas partes do mundo.
Ela está espalhada por Israel, no interior das antigas sinagogas da Galileia e de Massada, e na região do Monte Sinai. Foram encontradas em mesquitas no Oriente Médio, em antigos sítios arqueológicos romanos localizados na Turquia, bem como no Marrocos e em obras de arte italianas datadas do século XIII.
Muitos templos japoneses e chineses, além da própria Cidade Proibida, ostentam diversos exemplares da Flor da Vida. Na Índia, ela pode ser vista no Harimandir Sahib, o Templo Dourado, e nos templos localizados nas Grutas de Ajanta. Ela também foi encontrada na Bulgária, na Hungria e na Áustria, assim como no México e no Peru.
Por muito tempo se pensou que a representação mais antiga da Flor da Vida havia sido gravada nas paredes do Templo de Abidos, no Egito, um lugar sagrado dedicado à Osíris, divindade crística que representa os ciclos de vida, morte e ressurreição. Contudo, o exemplar mais antigo estava num dos palácios do rei assírio Assurbanípal, e hoje pode ser encontrado no Museu do Louvre, em Paris.
Mesmo assim muitos autores afirmam que os desenhos da Flor da Vida no interior do Templo de Abidos possuem entre 6000 e 12000 anos de idade. Existem cinco Flores da Vida desenhadas em cada uma das duas colunas que sustentam o Templo de Osíris, todas desenhadas de forma muito precisa, mas não gravadas na pedra, e tão apagadas que quase não se pode notar sua presença.
Em regiões como a Polônia e outras culturas influenciadas pelos eslavos era costume esculpir a Flor da Vida em diversos tipos de arte feita com cerâmica. Além disso, foram encontradas muitas representações esculpidas nos caibros de madeira que serviam de sustentação para os telhados das casas destes povos, como uma forma de proteção contra relâmpagos.
Um dos maiores gênios da humanidade, o renascentista italiano Leonardo da Vinci realizou estudos a respeito da Flor da Vida e de suas propriedades matemáticas. Através da Flor da Vida, Leonardo desenhou de próprio punho diversos de seus componentes geométricos, como é o caso dos cinco sólidos platônicos e da Semente da Vida.
Assim como toda flor, a Flor da Vida nasce de uma semente, que neste caso é a Semente da Vida, uma figura geométrica formada por sete círculos dispostos segundo uma simetria hexagonal, formando um padrão composto por círculos e lentes, e que serve como componente básico estrutural da Flor da Vida.
Segundo algumas tradições judaicas e cristãs, os estágios de construção da Semente da Vida correspondem aos seis dias da Criação descritos no livro do Gênesis. E logo nas primeiras etapas desta construção podem ser encontrados outros dois símbolos religiosos antigos, que são a Vesica Piscis, símbolo do eterno feminino, e os Anéis Borromeanos, correspondentes à trindade divina.
Acrescentando seis círculos à estrutura básica da Semente da Vida, temos a forma mais elementar da Flor da Vida. Esta, por sua vez, pode ser convertida no Ovo da Vida, um símbolo composto por sete círculos tomados do desenho da Flor. O formato do Ovo da Vida é semelhante ao formato do embrião nas primeiras horas de sua criação.
Por sua vez, o Ovo da Vida é o fundamento para a formação de diversas outras figuras geométricas. Uma delas é o Cubo, um dos cinco sólidos platônicos, e outra é o Tetraedro, outro sólido platônico, um pouco mais complexo que o Cubo. De extrema importância para a mística judaica é a Estrela de Davi, outro símbolo que pode ser extraído do Ovo da Vida.
Ampliando um pouco mais o Ovo da Vida podemos extrair o Fruto da Vida, que é formado por treze círculos tomados da Flor da Vida. Muitos consideram o Fruto da Vida como a própria planta arquitetônica do universo, pois conteria os fundamentos para a estrutura de todo átomo, de toda molécula e de toda forma de vida existente.
O Fruto da Vida contém a base geométrica do Cubo de Metatron, desde o qual é possível extrair os cinco sólidos platônicos. Se o centro de cada círculo for considerado um nó, e cada nó for conectado ao outro por uma linha, haverá um total de 78 linhas formando uma espécie de cubo, que é o próprio Cubo de Metatron.
Seguindo o desenvolvimento natural da Semente, da Flor e do Futo da Vida, encontramos a Árvore da Vida, um conceito presente em várias teologias e filosofias herméticas, e uma metáfora muito importante para o conjunto de ensinamentos místicos de origem judaica, conhecido como Cabala.
A ideia cabalista da Árvore da Vida  é usada para compreender a natureza de Deus e a forma como ele emana seus atributos de forma a constituir todo o universo. Ela pode ser entendida como um mapa da Criação e das energias presentes nos seres humanos, e corresponde tanto biblicamente como esotericamente à Árvore da Vida mencionada no livro do Gênesis.
Na busca pela compreensão de natureza mística da origem da vida, todos estes elementos geométricos derivados da Flor da Vida podem servir como instrumento fundamental e completo. Ela pode servir como amparo didático para o entendimento do esoterismo dos números, do fluxo de desenvolvimento da energia divina através do macrocosmo e do microcosmo, bem como uma mandala através da qual certos estados míticos elevados podem ser alcançados.

www.sgi.org.br

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O OLHO DE HÓRUS (DOCUMENTÁRIO)

Este documentário tão antigo quanto impressionante mostra a história de uma suposta organização sacerdotal hermética, pertencentes à escola de mistérios conhecida como Olho de Hórus. Esta escola teria sido responsável pela orientação espiritual e a direção dos destinos do povo egípcio durante milhares de anos.

Seu objetivo principal teria sido o de promover a elevação do nível de consciência daquele povo através, principalmente, da construção de diversos templos sagrados ao longo das margens do rio Nilo. Além disso, tais sacerdotes eram os zelosos guardiões da sabedoria acumulada desde tempos imemoriais, quando ainda existia o continente perdido da Atlântida.
A série foi baseada nas investigações do egiptólogo e matemático R. A. Schwaller de Lubicz e nas realizações da escola Olho de Hórus. Os templos construídos por esta organização eram utilizados como enciclopédias de conhecimento, cujo objetivo era transmitir ao povo, ao longo de muitas gerações, a informação acumulada a respeito do funcionamento do universo.
Tais templos também serviram como polos de desenvolvimento social, político e econômico da civilização egípcia. Espiritualmente, os antigos sacerdotes estruturaram esta sociedade alicerçada em dois conceitos fundamentais: (1) a reencarnação como meio de evolução espiritual e (2) a iluminação como passo final deste processo.
Para los antigos egípcios, havia um plano divino baseado na reencarnação destinado a que o homem experimentasse em sua própria carne as leis que determinam o funcionamento do universo. Vivendo um processo evolutivo através do acúmulo de experiências ao longo de 700 reencarnações, o ser humano, inicialmente um ser instintivo, ignorante, inocente e primitivo, poderia se transformar em um super-homem, em um sábio imortal.
Além de templos, os sacerdotes da escola Olho de Hórus construíram enormes pirâmides para concentrar energias cósmicas e telúricas em câmaras focalizadoras, que elevavam a frequência vibratória de seus discípulos mais avançados. A utilização deste processo ampliava a percepção sensorial e permitia adquirir informações valiosas sobre outros planos de consciência cósmica.
Tais câmaras serviam ainda para a exploração metafísica. Diz-se que, nos dias de equinócio, utilizavam toda a energia acumulada no interior das pirâmides para impulsionar o aumento da frequência vibratória dos átomos dos altos iniciados para que abrissem como flores, liberando a luz contida no interior de seus núcleos.
Assim se produzia uma iluminação temporal do discípulo, durante a qual podia viajar conscientemente pelo tempo e pelo espaço.
As pirâmides egípcias teriam sido construídas sobre um dos centros neurais da rede electromagnética do planeta. Construídas com blocos de pedra talhada pelo homem, eram gigantescos cristais que vibravam harmonicamente com o planeta.
Este blocos de pedra contém quartzo, cujas moléculas, ao vibrarem, friccionam suas superfícies, carregando-se eletricamente num fenômeno que hoje conhecemos como piezoelétrico. Esta energia acumulada era utilizada para induzir estados alterados de consciência nos adeptos do Olho de Hórus.

O documentário original está dividido em 10 capítulos:

Capítulo 4: A Flor da Vida.
Capítulo 5: O Complexo de Cristal.
Capítulo 6: A Máquina Quântica.
Capítulo 9: O Portal da Liberdade.
Capítulo 10: O Princípio Feminino.

www.sgi.org.br