sábado, 13 de julho de 2013

À ESPERA DO MUNDO NOVO

“Sê corajoso contra as tuas próprias fraquezas.”
“Sê corajoso para defender a Verdade.”

O nosso comportamento assim é pretendido pelo ensinamento da filosofia maçônica, mesmo considerado utópico por muitos, mas amplamente possível se buscarmos viver em equilíbrio e tolerância. É basilar para quem busca superar os óbices do cotidiano, com trabalho, justiça, bom-senso e a Verdade.
Entendo ser essa coragem aquela que nos faz perseguir o sentimento dos dias atuais por justiça social, inclusão profissional, o fim dos preconceitos e a conquista de direitos inalienáveis à cidadania. O homem justo combate a ignorância, a Liberdade oprimida, a corrupção e o crime, e triunfa sem despertar disputas pueris.
O mundo contemporâneo nos cobra hoje, atitudes que a Maçonaria elegeu como primordiais para o equilíbrio do Homem. Infelizmente, por ignorância, os homens agem sem sabedoria e racionalidade necessárias para vencermos as trevas, e isso submete grande parte da Humanidade à escuridão dos males sociais. É preciso purificar a alma do Homem, erradicar seus vícios e devolver a Liberdade para todos os cidadãos.
Há, lá fora, uma luta desigual que abençoa a poucos e martiriza milhares, principalmente os jovens. Há, lá fora, um batalhão deles vitimados pela mais-valia do Homem, impuro e ganancioso, imóvel ante a exclusão social.
Todos os dias essa exclusão faz, no mundo inteiro, centenas de milhares de crianças, adolescentes e jovens ultrajarem a sua alma, o seu espírito e a sua consciência, caminhando drogados e prostituídos, para a catapulta infalível. São pessoas, que vivendo à margem do mundo, se alimentam de ilusões, e entorpecem os seus sonhos. São passageiros da agonia. Faltam-lhes perspectivas, sobram- -lhes o ócio e o olhar perdido no horizonte. Como podemos ser felizes se o nosso semelhante agoniza esquálido pelos mesmos ares que respiramos?
São golpes que o progresso do Homem impõe a nós mesmos, e que deveriam nos despertar para a cruel realidade. A nossa garganta, dilacerada, cala, e é preciso que tenhamos voz; os nossos olhos vazam sem luz, e é preciso enxergarmos tudo o que se esconde por trás das cortinas da riqueza e da prosperidade de uns; a nossa cabeça golpeada está tonta, quando precisamos da Razão para agir.
O poder e o dinheiro dos ignorantes e intolerantes causam a instabilidade familiar e a dificuldade econômica; excluem os Homens do convívio social; por fim, sem perspectivas, oferecem como uma única saída para a sobrevivência de alguns dias o banditismo, a marginalidade, que abrevia seu tempo e afugenta a sua honra e a sua dignidade.
E o que nós temos de fazer? Ver na Vingança e na Lei do Talião a saída para tudo isso, aumentando o fosso do desequilíbrio entre nós e prosperando ainda mais o litígio, a ignorância, o ódio? Ou devemos desembainhar nossas Espadas para a luta contra a ignorância, pela causa de todos os que estão mergulhados nas trevas; pela causa da civilização contra a barbárie?
Buscar a Verdade é a nossa tarefa primeira, descobrindo a realidade do Homem e cobrando justiça para todos. Temos de nela combater os vícios que dilacera a família. E pra isso, temos de fortalecer a Maçonaria e seus Homens, cobrar do Poder Público políticas sociais sérias e comprometidas com o conjunto social. Temos de trabalhar, trabalhar muito, para mostrarmos o caminho do valor que cada um temos de nós, independente de classe social, de credos e raças, de pouco ou muito saber, pois a Maçonaria abriga em si a igualdade entre os Irmãos, sabendo que cada um dá o melhor que possui, seja em sábias ideias ou em atividades laboriosas, desde que a sua ação tenha caráter reto, honesto, justo e tolerante.
Se somos poucos contra um batalhão de ignorantes, nos multipliquemos; conquistemos mais e mais adeptos, mais admiradores; levemos nossa mensagem após os muros; e assim, com trabalho e persistência, alcançaremos os nossos objetivos.
Se a nossa luta tiver salvado uma alma, somente uma, terá valido a pena.
Ir.’. Phabiano Santos • 1º Vigilante da Loja Maçônica Amâncio Dantas,  GOB/Rio Grande do Norte • Oriente Mossoró.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

O PÊNDULO DA ALEGRIA E DA TRISTEZA

Neste drama divulgamos mais uma das antigas lendas. Ela foi dada à humanidade em linguagem pictórica pelas divinas Hierarquias que nos guiaram pelo caminho do progresso, para que a humanidade pudesse subconscientemente absorver os ideais pelos quais teria que lutar em vidas futuras.
Embora a lenda de Tanhauser esteja envolta em fraseologia medieval e católica, e descartemos a ideia de que qualquer homem tenha o poder de perdoar pecados ou negar a remissão, ela contém verdades espirituais que se tornam mais claras a cada ano que passa. Referem-se ao pecado imperdoável: o único pecado que não pode ser redimido, mas deve ser expiado. Como se sabe, Jeová é o mais alto Iniciado do Período Lunar, o regente dos Anjos, que durante este presente Dia de Manifestação trabalha com nossa humanidade por meio da Lua. Ele é o regente da fecundação e o fator principal da gestação, o que propícia a prole ao homem e aos animais, usando o raio lunar como seu veículo de trabalho durante as épocas propícias para a fecundação.
Jeová é um Deus ciumento de suas prerrogativas e, portanto, quando o homem comeu da árvore do conhecimentoe assumiu o ato da fecundação, Ele o expulsou do paraíso para que vagasse pelo deserto do mundo. Ali não haveria perdão. Deveria expiar em trabalhos e dores, colhendo o fruto de sua transgressão.
Antes da Queda, a humanidade ainda não havia conhecido o bem nem o mal. Os homens faziam o que lhes era ordenado e nada mais. Ao tomar os problemas em suas próprias mãos pela dor e tristeza advindas de sua transgressão, aprenderam a diferença entre o bem e o mal, tornando-se capazes de escolha. Adquiriram prerrogativas. Esse grande privilégio compensa o sofrimento e a tristeza que o homem tem de suportar para expiar as ofensas contra a Lei da Vida e que consiste em praticar o ato criador quando os raios estelares não são propícios, causando assim parto doloroso e uma infinidade de outras doenças que são a herança da humanidade de hoje.
Em relação a isso, posso mencionar que a Lua é a regente do signo de Câncer e que o câncer, em sua forma mais maligna, não admite cura, não importa quantos medicamentos a ciência possa produzir de tempos em tempos. Investigações sobre a vida das pessoas que sofrem dessa doença, tem provado em todos os casos que a vítima foi extremamente sensual em existências anteriores, embora eu não esteja preparado para dizer se isso é uma lei, uma vez que as investigações foram insuficientes para comprová-lo. Entretanto, é significativo observar que Jeová, o Espírito Santo, dirige as funções fecundantes por meio da Lua, que essa governa Câncer e que aqueles que abusaram violentamente da função sexual, sofrem da doença chamada câncer, confirmando os dizeres da Bíblia de que todas as coisas podem ser perdoadas menos o pecado contra o Espírito Santo.
Há uma relação mística entre o Querubim com a espada flamejante no Jardim do Éden e o Querubim com a flor aberta à porta do Templo de Salomão; entre a lança e a taça do Graal; entre a vara de Arão e o cajado do Papa que ambos floresceram e a morte da casta e pura Elizabeth, por cuja intercessão a mancha foi removida da alma do errante Tannhauser. Quem nunca conheceu o tormento da tentação, não consegue avaliar a posição de alguém que sucumbiu. O próprio Cristo sentiu, no corpo de Jesus, toda a paixão e todas as tentações a que nós também estamos sujeitos, e isto aconteceu com o propósito de fazê-lo misericordioso, como um Sumo Sacerdote, em relação a nós. Tendo Ele sido tentado, isso prova que a tentação em si não é pecado.
A condescendência é que é o pecado; portanto, Ele estava sem pecado. Quem for assim tentado e resistir, é, com certeza, altamente evoluído; mas devemos lembrar que ninguém da presente humanidade ainda conseguiu chegar a esse estágio de perfeição. Nós nos tornamos melhores homens e mulheres quando após pecarmos, e, em consequência sofrermos, despertamos para o fato importante de que o caminho do transgressor é penoso. Assim, tornamos ao caminho da virtude e somente aí encontramos a paz interior. Tais homens e mulheres alcançam um estágio mais elevado de desenvolvimento espiritual do que aqueles que vivem vidas castas sem tentações, por estarem num ambiente protegido. Cristo enfatizou isso quando disse haver maior regozijo por um pecador arrependido, do que por 99 que não precisam se arrepender.
Há uma distinção muito significativa entre inocência e virtude e o que é mais importante ainda, é que devemos perceber a falácia do duplo padrão de conduta que dá liberdade ao homem, ou melhor, tudo perdoa no homem, enquanto insiste em que um passo em falso arruinará a vida de uma mulher para sempre. Se eu tivesse hoje que escolher uma esposa, e mais tarde descobrisse que sua vida estava manchada por um erro pelo qual sofreu, saberia que ela aprendeu a conhecer o sofrimento e com isso desenvolveu a compaixão e a indulgência. Adquiriu qualidades que torna-la-ão uma companheira mais compreensiva do que aquela que se manteve “inocente” no limiar da vida, e está sujeita a cair vítima da primeira tentação.

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terça-feira, 9 de julho de 2013

OS SACRIFÍCIOS NO TEMPLO

Quando a Torah nos fala no oferecimento de sacrifícios no Templo, temos como destaque o fogo perpétuo sobre o altar.
Segundo o Zohar, o fogo é sempre uma manifestação da energia de Guevurá (Julgamento). O sacerdote, em contrapartida, representa Chessed (Misericórdia).
Por que cabe ao sacerdote o acendimento e manutenção do fogo sobre o altar? Porque somente alguém isento de julgamento pode despertar no fogo os seus atributos mais elevados – a energia de Shechiná.
Aqui temos duas manifestações do fogo: o fogo da má inclinação, que consome internamente aquele que peca diante do Eterno, e o fogo do altar (a Shechiná), que purifica o pecador – fogo consumindo fogo.
O fogo do altar deve permanecer sempre aceso porque a contrainteligência não descansa e nos conhece melhor do que nós mesmos. Por isso dizemos que a espiritualidade deve ser um exercício constante, e não uma atividade de uma ou duas vezes por semana. Manter a fogo do altar aceso representa o nosso compromisso com a retidão, a integridade baseada nos ensinamentos da Torah.
Essa é a única forma de se manter amparado pela Shechiná.
E da mesma forma que o fogo do altar é renovado todas as manhãs, devemos ficar atentos com a mitsvá (mandamento) do Shacharit – a conexão que realizamos assim que acordamos.
É pela manhã que a energia de Chessed está mais forte. Nós somos o templo e os únicos responsáveis por manter o fogo do nosso altar interno (a presença da Shechiná em nossas vidas) permanentemente aceso.
E mais: sempre repetimos que a Torah é um livro de códigos. Seria um grande engano imaginar ser possível transferir os nossos erros para um animal e que a sua cremação é a solução de todos os nossos problemas. Não restariam animais sobre a terra e, ainda assim, não encontraríamos a paz.
Quando alguém oferece um sacrifício por suas faltas, duas correntes de energia se manifestam: a primeira, ascendente, é representada pela elevação do aspecto animal/instintivo desse indivíduo por meio do sacrifício entregue ao fogo; a segunda, descendente, se faz presente nas bênçãos geradas pelas orações do sacerdote que testemunha o sacrifício.
Em outras palavras, devemos identificar nossos defeitos e fraquezas e, conscientemente, sacrificá-las no fogo do altar.
Enquanto outras tradições buscam trazer a espiritualidade para o mundo físico, o cabalista trabalha para elevar a matéria para o mundo espiritual.

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segunda-feira, 8 de julho de 2013

QUANDO UM HOMEM É UM MAÇOM?

Quando puder olhar além dos rios, das montanhas e do horizonte distante com profundo senso de sua própria pequenez, no vasto complexo das coisas, e ainda ter fé, esperança e coragem.
Quando souber que, no fundo de seu coração, cada homem é tão nobre quanto vil; tão divino quanto diabólico e tão solitário quanto ele mesmo e procurar conhecer, perdoar e amar seus semelhantes.
Quando souber como simpatizar-se com os homens em suas tristezas e até mesmo nos seus pecados, sabendo que cada homem enfrenta uma luta difícil contra múltiplos obstáculos. Quando tiver aprendido a fazer amigos e a conservá-los e, sobretudo, conservar os amigos consigo próprio.
Quando amar as flores, puder ir atrás dos pássaros sem uma espingarda e sentir o encanto de uma velha alegria esquecida, ao ouvir o riso de uma criancinha. Quando puder ser feliz e generoso em meio às vicissitudes significativas da vida. Quando as árvores de copa estrelada e o brilho da luz do sol nas águas correntes conquistarem-no como a lembrança de alguém muito amado e há muito desaparecido.
Quando nenhuma voz de angústia atingir seus ouvidos em vão e mão nenhuma procurar sua ajuda sem resposta. Quando encontrar o bem em cada fé que ajude a qualquer homem reter as coisas mais elevadas e ver os significados majestosos da vida – qualquer possa ser o nome dessa fé.
Quando puder olhar para um charco de beira de estrada e ver algo além da lama e na face do mais abjeto mortal e ver algo além do pecado.
Quando souber como orar, como amar e como manter a esperança. Quando tiver mantido a fé em si mesmo, no seu semelhante, no seu Deus: na sua mão uma espada contra o mal, no seu coração o toque de uma canção – feliz por viver, mas sem medo de morrer!
Em tal homem, seja ele rico ou pobre, erudito ou iletrado, famoso ou obscuro, a Maçonaria cumpriu seu doce ministério! Tal homem descobriu o único segredo real da Maçonaria e o único que ela está tentando doar a todo o mundo.
Trecho retirado do livro ‘ ‘ Um Tesouro de Pensamento Maçônico’’, de Joseph Fort Newton.
Meus Queridos e Estimados Irmãos, Seguindo a linha de raciocínio do texto, a humanidade necessita de pessoas dignas, justas e decididas. Pessoas que não podem ser compradas e nem vendidas, pois devem trazer a honestidade e a pureza de intenções na alma, na mente e no coração.
A grande missão de uma Loja Maçônica, em qualquer tempo e época, é criar tais pessoas, ou seja, Homens Livres e de Bons Costumes, em cujos espíritos prevalecem a justiça, a lealdade e o amor ao próximo.
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Ir.’. Leonel.

domingo, 7 de julho de 2013

OS NOMES DE DEUS

Primeiramente gostaria de salientar um ponto importante o qual algumas pessoas talvez entendam no decorrer desta narrativa, por se tratar de um assunto que interessa a muitos estudiosos e sábios.
Meus estudos e minhas pesquisas são todos baseados em torno do ensinamento judaico, do qual faço parte desde que me interessei pelo assunto religião e logicamente existe uma descendência Sefaradi em meu sangue para tal interesse.
Começaremos pelo nome muitas vezes descritivo ELOHIM, que significa “Aquele que governa e julga”.
O nome ELOHIM está sempre no plural por na época acreditarem que havia vários deuses e fabricavam imagens para tais adorações.Quando se dividiam os deuses e aí sim cada povo adorava o seu deus no qual acreditavam ser o celestial que mudava o universo e o chamavam de ELOHA no singular, e todos os deuses juntos ELOHIM.
Essa base está relacionada ao fato de acreditarem que cada traço de caráter e cada transformação estelar diferem entre si, levando as diferenças sobre a Terra e sobre o Homem.
Vários sábios do Talmud revelam que, por exemplo, a Lua como o Sol, não se movimentam de forma semelhante em torno de sua órbita, então é provado que os movimentos celestiais não têm a mesma forma.
Portanto cada astro celestial tinha vida própria, que na realidade não é verdade, sabemos que todos os Astros e Planetas dependem uns dos outros para sobreviverem na mesma dimensão.
Por isso a forma de se chamar ELOHIM significava o todo celestial. Sua intenção era designar todos os fatores do universo sem diferenças entre eles.
Esse fato está relacionado com o fato de Deus ter criado não só o homem, mas também o universo, semelhantes uns aos outros e cada um com sua própria virtude.
Continuando, daremos sequência com o nome inefável de Deus que é o nome preciso que nos indica a sua Supremacia, ou seja onde emana poderes (YUD,HE,VAV,HE).
Contudo darei um breve relato, pois me é proibido escrever ou falar seu nome em vão, e por esse motivo chamá-lo-ei de Hashem Tetragrama ou até mesmo Eterno.
Antes de Moisés, como foi relatado acima, só se conhecia Deus por Elohim, mas após seus milagres e feitos com o homem começaram a chamá-lo de TETRAGRAMA depois de sua unicidade ser proclamada e apenas poderia ser dita por profetas, e foi passado para o povo como as quatro letras do TETRAGRAMA.

Então devemos ter a observância e acreditar que se Deus é TETRAGRAMA, então Ele é o todo e se Ele é o todo está em tudo, e se alguém lhe perguntar a quem servir, o sol, A lua, os planetas, a natureza em geral etc. devemos apenas dizer servimos ao ETERNO, e para isso deveis estar familiarizado com seu nome, pois ninguém chama pelo nome aquele que não conhece.
Para facilitar a leitura e entendimento de todos o TETRAGRAMA (YUD, HE, VAV, HE) é o mesmo que GADU.
Contudo alguns nomes nos levam a crer que os vários nomes de Deus sempre nos levam à reflexão, algumas vezes até mesmo a Arca da Aliança era chamada de HASHEM , como está escrito em DEUTERONÔMIO 10:35 , SALMOS 47:6 e muitos outros.
EHEIE (Serei)
HAIA (Foi)
Ou até mesmo os dois acima como foi relatado em (Êxodo 3:13).

Meu nome é EHEIE, ou seja, Eu sou quem eu sou, ou seja, diga a eles que eu sou o Uno, Onipresente, a sua frente sempre que estiverem olhando para mim.
Quando queremos ou expressamos a existência de Deus devemos lembrar que Ele não é igual a nós, e sim semelhante por isso O chamamos de CADOSH (SANTO) dizendo três vezes, pois ele é infinitamente Santo, CADOSH, CADOSH, CADOSH.

Explicando CADOSH (Deus é espiritual, incorpóreo e nenhum atributo físico aplica-se a ele).
ALEF, DALET, NUN e YUD, a junção de todos os nomes relatados acima darão a unificação de um ser espiritual elevado e de profunda sabedoria, discernimento, justiça, clareza, piedade e luz, ele é a dualidade, pois nos dá a escolha de uma forma que não percebemos e fazemos tudo de livre e espontânea vontade, e jamais chegaremos a tais perfeições, por isso o nome poderá ser todos, mas somente em um estado elevado e coberto podereis recitar. (ALEF, DALET, NUN e YUD).
Esta é a forma divina de nos relacionarmos com a entidade divina, pois e como se alguém estivesse em sua frente, cara a cara com o homem, e neste estado devemos nos entregar a vontade de Deus é como se tudo ou o todo estivesse esperando que a pessoa se aproxime, louve seu nome antes de qualquer pedido, pois Deus não permite chegar a ele apenas para deixar teus problemas na sua mão a fim de que ele resolva todos os problemas, ele o eterno quer sim que o homem santifique seu nome para que o conforto leve o espírito a um estado de felicidade, perseverança e sucesso no aprendizado, isto é uma verdadeira maneira de exaltar o nome de Deus.
Os povos mais antigos o fazem com muita precisão, em particular os judeus quando se prostam diante do muro das lamentações a fim de se arrependerem de teus pecados e exaltam o nome do eterno para que prosperem para o sempre.
Existe uma diferença na hora de rezar ou recitar algo que eleve o nome de Deus, dessa forma usamos ADO-NAY.
Quando oramos a fim de pedirmos podemos usar os 72 atributos de teu nome divino.
Os 72 nomes de Deus, nada mais são do que atributos de um ser celestial elevado e superior a toda forma de vida.
 Ir.’. Anderson Prudêncio – ARLS MADRAS – 3359
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sábado, 6 de julho de 2013

O INVISÍVEL

Estão entre nós aqueles que para uns são invisíveis, para outros são até, em certos termos, palpáveis. Estão entre nós os que já vieram e testemunharam a vida e tomaram do cálice da morte. Sim, estão entre nós também formas que nem o cinema pode imaginar, formas que podem dilacerar a mente e o coração do mais bravo Hércules, formas das mais horrendas às mais belas. Cego esteve aquele que perseguiu seu coração por tanto tempo, quis sangrar o pequenino que era maior do que a própria galáxia. Ficaste cego tu que não ouves a ti próprio. Não há luz que cega, há apenas idiotas que não abrem os olhos. Tragam para dentro de si evocando o poder e a essência primeira, verdadeira e cósmica. Esta revela a outra face do abismo que não cai e sim sobe, pois não se pisa para cair, só se pisa em campos verdes e se avista palácios de prata e de ouro. Para falar com o invisível medita no nada, pois o exército da mente quer invadir a sagrada Jerusalém, mata todos eles em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, daí então traça ao universo e te colocas como senhor no centro dele. Não te esqueças do delta ao lado do qual quer falar.
Tua vontade é verdadeira, pois se não for certamente falharás e nem senhor do quarto onde meditas és, pois divide espaço com os “bravos” guerreiros da mente. Não adianta chorar, nem esbravejar contra as fraquezas e as infelicidades, só dará mais mel para, posteriormente, as abelhas te picarem. “Orai e vigiai” diz o mestre e eu vos pergunto para que? “Para que não caias em tentação” obviamente evocai-o antes de qualquer empresa.
Olhas tu no teu reflexo e te concentra, lá é onde é aqui e aqui é onde é lá. Tu apontas bem afiada tua arma, com amor e vontade no coração sempre seja lá quem for, porém seja sábio de não confiar em nada que não em você mesmo. Tu podes me seguir e te darei as honras do mundo e dos homens diz tanto o “certo” quanto o “errado” vós, pois certamente preferirás seguir a tu mesmo que é o menos tolo de todos. Pois que senhor é que segue outro senhor? Tenhamos respeito e por isso ajoelhai na cruz e na verdade, pois vieram sob os valores dos cavaleiros.
Enquanto os sacerdotes cultuam ou “Deus” ou o “demônio”, enquanto alguns procuram se vangloriar de seu “religare”, os diabos nos servem chá e os tomamos em roda eu, o Cristo e outros. Glória seja dada ao Senhor e morte aos pagãos, satanistas e afins, e o Senhor vos diz, “Pai, perdoa eles, pois não sabem o que fazem” e eu vos digo, vocês já foram crucificados? Pois se não foram acredito que deva doer um bocado, porque continuam a
matar o mestre?

Sangrar a criança em si mesmo é cometer a pior pedofilia. Contorço-me de pensar que uns sentem prazer nisso.
Porém este também é um método de contato com o invisível, pois na ignorância se encontra com ignorante, e estes escoram em você e, sozinho, um bebê escora a porta de Jerusalém com uma grande estaca impedindo um batalhão de arrombá-la com um gigante aríete de imbecilidade. Somente um detalhe meu caro, você é um dos que comandam esse ataque.
Podemos reclamar depois que Jerusalém queimar, mas já dizia o mestre “eu reconstruo a Casa de meu pai em três dias” e vão rir deste, porém se o mago faz o que quer através do triângulo sagrado, porque aquele que é antes e todos os magos não o fará em três dias?
Olhai com atenção e crê que entre seu universo e os multiversos não há praticamente diferença alguma, há diferença daquele que sabe do que não sabe e geralmente o que sabe é senhor de mais de um universo, amai então ao próximo como a ti mesmo.

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sexta-feira, 5 de julho de 2013

AS TRÊS ÁRVORES

Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.
A primeira, olhando as estrelas, disse: – eu quero ser o baú maior do mundo e o mais precioso cheio de tesouros…para tal, até me disponho a ser cortada.
A segunda, olhou para o riacho e suspirou: – eu quero ser um grande navio, o maior do mundo, para transportar reis e rainhas.
A terceira árvore, olhou o vale e disse: – eu quero ficar aqui e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em DEUS.
Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores e cortaram as três árvores, todas muito ansiosas em serem transformadas naquilo com que tanto sonhavam.
Mas lenhadores não costumam ouvir nem entender de sonhos.
Que pena! A primeira árvore acabou sendo transformada num cocho de dar alimento aos animais, cheio de feno.
A segunda virou um simples e pequeno barco de pescadores, carregando pessoas e peixes todos os dias.
E a terceira, mesmo sonhando ficar no alto da montanha, acabou sendo cortada em vigas enormes e colocada de lado em um depósito, lá permanecendo por longo tempo.
E todas três perguntavam-se desiludidas e tristes: para que isso? O que teria acontecido?
Mas, numa certa noite cheia de luz, onde haviam mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném recém-nascido naquele cocho de animais.
E, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore, que tinha se transformado em um barco, anos mais tarde transportava um homem que adormeceu em seu interior, enquanto uma tempestade ameaçava virar e afundar a pequena embarcação, o homem se levantou e disse: -PAZ! e, num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei dos céus e da terra.
Tempos mais tarde, numa sexta feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz, e um homem foi pregado nela, fazendo com que se sentisse horrível e cruel.
Mas, logo no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de DEUS e de seu filho JESUS CRISTO, ao olharem para ela.
As árvores haviam tido sonhos…
Mas suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado!
Temos nossos sonhos e nossos planos que, por vezes, não coincidem com os planos que DEUS tem para nós, e, quase sempre, somos surpreendidos com sua generosidade e misericórdia.
É importante compreendermos que, tudo o que vem de DEUS, acreditarmos, termos fé, pois
Ele sabe muito bem o que é melhor para cada um de nós!
 Ir∴ Aldo Pimenta de Oliveira
 ARLS Vinte e Seis de Agosto Nº 2.316 do Oriente de Campo Grande – GOB/MS 
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quarta-feira, 3 de julho de 2013

MAÇONARIA ATUANTE DURANTE OS PROTESTOS NO RJ

Por Cristina Nascimento (Jornal O DIA)


As bandeiras que puxam os protestos nas ruas ainda não estão definidas. Mas o espaço, que pelo menos no discurso é aberto a todas as tribos, atraiu uma que, até então, sempre se posicionou na sombra da discrição: a maçonaria. No último protesto no Rio, quinta-feira, no Centro, eles estavam lá, de terno e gravata, distribuindo folhetos sobre a organização e segurando uma faixa.
Na véspera, foram ao Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da UFRJ oferecer aos universitários estrutura física e ajuda para detalhar as pautas de reivindicações. 
“Se o movimento está na rua, não adianta ficarmos dentro do templo. Na realidade atual, ser discreto passa a ser insignificante. Esse tripé dos protestos — combate à corrupção, melhoria da Educação e da Saúde — já é defendido por nós há muitos anos”, alegou Claus Fins, da Academia Maçônica de Estudo (AME). 
Nessa linha de uma maçonaria mais ‘popular’, um dos símbolos da instituição, o histórico Palácio do Lavradio, foi colocado à disposição das lideranças estudantis para debates sobre propostas a serem cobradas nos protestos e discutidas com o governo. 
“Não temos condições de colocar três mil pessoas lá dentro, mas podemos trazer os que são os elos do movimento. Temos irmãos (como os maçons se chamam entre si) médicos, ex-secretários, juristas. Eles podem dar auxílio para que a discussão dos temas seja mais embasada”, propôs Ary Martins, que é venerável mestre da AME. 
A maçonaria não é a primeira organização a oferecer uma ‘mãozinha’ aos estudantes. Alguns movimentos sociais já tentaram, em vão. Pelo sim, pelo não, a instituição mantém calibrado o discurso de ser apartidária — mas não impede que seus membros sejam filiados a legendas.
“Estamos dando abrigo às causas levantadas pelo grupo. Queremos nem que seja dar uma força moral”, afirmou Martins.

Fonte: odia.ig.com.br

segunda-feira, 1 de julho de 2013

IRMÃOS SÃO AGRACIADOS COM O TÍTULO DE MEMBRO HONORÁRIO DA LOJA CAVALEIROS DE YORK

Além dos tradicionais festejos juninos, a noite de sábado(29/06) foi de homenagens prestadas pela Loja Cavaleiros de York aos IIr.'. de outras Lojas, três dentre eles da Loja São José nº14: Nilton Fagundes, Nil Marques e o atual V.'.M.'. Mário Azevedo de Paiva.
O Título de Membro Honorário foi oferecido pela Loja Cavaleiros de York aos IIr.'. que reconhecidamente têm serviços prestados não somente à referida Loja como à toda Maçonaria Potiguar.
Os IIr.'. que foram agraciados com o Título estão de parabéns, e mais parabéns ainda merece a Loja Cavaleiros de York pela iniciativa.

O Ir.'. Nilton Fagundes recebendo o Título das mãos do Ir.'. Ponte.

O Ir.'. Nil Marques recebendo o Título das Mãos do Ir.'. Justino

O Ir.'. Mário recebendo o Título do Ir.'. Antônio


O Ir.'. Freitas recebendo o Título do Ir.'. Raimundo tendo O V.'.M.'. Yorkiano Demócrito à sua direita




O V.'.M.'. da Loja Parnamirim nº9 George Freitas agradece a honraria em nome de todos os homenageados




FESTA JUNINA DA LOJA CAVALEIROS DE YORK

Como já havíamos dito ontem: "quem não foi, perdeu!"

A festa junina da Loja Cavaleiros de York mais uma vez foi um sucesso.
Muita animação, regada com o já tradicional chopp e música de ótima qualidade, num ambiente agradabilíssimo.
A Loja Cavaleiros de York, como de costume, está de parabéns!
E a Loja São José nº14, como não poderia ser diferente, marcou presença com a maioria de nossos Obreiros.
Foi uma noite inesquecível!