sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

ADMISSÃO À MAÇONARIA


www.brasilmacom.com.br - ADMISSÃO À MAÇONARIA



Informações para análise dos possíveis novos membros da Ordem.







O pedido - O candidato para admissão deve deixar claro que ele pretende respeitar e admirar a Ordem Maçônica e que busca a associação por razões que não sejam benefícios pessoais. O pedido é revisado assim como seu caráter e reputação, e faz-se uma votação na Loja. Embora as práticas variem, tradicionalmente, um voto negativo é suficiente para rejeitar sua solicitação.


O candidato a Aprendiz é sujeito ao interrogatório final antes de ser preparado para sua iniciação.
Precisa então confirmar se foi levado a buscar a admissão por uma opinião favorável já formada sobre a Maçonaria, que não teve motivos mercenários pessoais, que tem o desejo de conhecimento e auto-aperfeiçoamento e uma vontade sincera de ser útil a seu semelhante.


Finalmente, chega o dia em que o candidato será iniciado como um Aprendiz Maçom. Geralmente essa cerimônia acontece no “recinto da Loja”.  
 

A Loja – Hoje, o lugar onde os maçons se reúnem chama-se Loja e cada Loja tem características próprias. Algumas são mais filantrópicas, promovem atividades para arrecadar dinheiro e ajudam asilos, orfanatos e creches, outras Lojas têm um cunho mais político e seus membros gostam de analisar a situação do país nessa área, mas, enfatizamos, em Maçonaria não se permite discussão de política partidária. Todas as atividades visam melhorar a moral, o caráter e o comprometimento dos Irmãos para com o progresso da humanidade, não havendo nenhum ganho político ou financeiro em ser Maçom.

O Maçom Verdadeiro homem de bem, cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. É bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.


Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos.


Não alimenta orgulho, nem ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra.


Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios nem evidenciá-los. Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las.


Não se envaidece da sua riqueza, nem das suas vantagens pessoais, usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos.


Se a Sociedade colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante o Criador do Universo; usa da sua autoridade para lhes levantar a moral e não para esmagá-los com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram.


Quando subordinado, de sua parte compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente.


Finalmente, o verdadeiro Maçom respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da natureza, como quer que sejam respeitados os seus.


A Maçonaria - é a maior organização fraternal do mundo, com quase três milhões de membros nos Estados Unidos, mais de 700 mil membros na Grã-Bretanha e mais de um milhão no resto do mundo. Embora seja a firme crença em um Ser Supremo, condição sem a qual não será admitido na Ordem, que acolhe em seus quadros homens de todas as religiões e tem como tema central o comportamento moral, o auto-aperfeiçoamento constante e a dedicação à caridade, a Maçonaria não responde à acusações. Não se importou por ter sido declarada ilegal por Adolf Hitler, Benito Mussolini e Francisco Franco.


Mesmo em nossa sociedade dominada pela mídia, que fatos são mais importantes do que matérias em jornais, em TV ou Internet, as críticas antimaçônicas permanecem não respondidas em razão da tradicional política da Maçonaria não responder aos ataques, mesmo disponibilizando notáveis conhecedores de sua filosofia, história e ritualística que escolheram ser membros dela, com extrema facilidade poderiam refutar esses ataques.


Influência maçônica na história Sem mencionarmos a Maçonaria Brasileira, diremos que a Maçonaria estava presente na Revolução Americana, com membros como George Washington, Benjamim Franklin, James Monroe, Alexander Hamilton, Paul Revere, John Paul Jones e mesmo o marquês de Lafayette e Benedict Arnold. Outras revoluções, contra a Igreja e o Estado, foram lideradas por Maçons como Benito Juarez, Simon Bolívar, Giuseppe Garibaldi e Sam Houston (ajudado, em alguns casos pelos produtos de seu companheiro Maçom, Samuel Colt).


Reis e imperadores que fizeram o juramento maçônico incluem Eduardo VII, Eduardo VIII e George VI da Inglaterra, Frederico, o Grande, da Prússia, George I da Grécia, Haakon VII da Noruega, Stanislaw II da Polônia e até o rei Kamehameha V do Havaí. Além de Washington e Monroe, o rol maçônico de presidentes dos Estados Unidos inclui Andrew Jackson, James K. Polk, James Buchanan, Andrew Johnson, James A. Garfield, Theodore Roosevelt, William Howard Taft, Warren G. Harding, Franklin D. Roosevelt, Harry S. Truman, Lyndon Johnson, Gerald Ford e o Irmão honorário Ronald Reagan.


A Segunda Guerra Mundial foi travada pelos líderes maçônicos britânicos Sir Winston S. Churchill, o marechal-de-campo conde Alexander de Túnis, o marechal-de-campo Sir Claude Auchinlech, o marechal lorde Newhall (Royal Air Force) e o general Sir Francis Wingate.


A Maçonaria americana estava bem representada pelos generais Mark Clark, Omar Bradley, George Marshall, Joseph Stillwell e Douglas Mac Arthur.


Também não havia sempre Maçons no mesmo lado. Napoleão comandou seus marechais Maçons Messena, Murat, Soult, Mac Donald e Ney contra os Maçons Kutuzov da Rússia, Blucher da Prússia e a causa de sua ruína, o duque de Wellington.

É difícil saber onde parar ao se enumerar a influência maçônica em todos os aspectos da vida ocidental nos últimos 271 anos, seja essa influência política, militar ou cultural.

Em música, a Maçonaria aparece em toda a escala, desde William C. Handy, compositor do The St. Louis Blues, até John Philip Sousa, e de Gilbert e Sullivan, passando por Sibellius e Haydn até Wolfgang Amadeus Mozart, que, segundo alguns, foi assassinado por revelar segredos maçônicos em sua ópera A Flauta Mágica.
Os membros maçônicos do mundo literário incluem Sir Walter Scott, Robert Burns, Rudyard Kipling, Jonathan Suvift, Oscar Wilde, Oliver Goldsmith, Mark Twain e Sir Arthur Conan Doyle (que nunca teria permitido que o livro anatimaçônico Jack the Ripper: The Final Solution de Stephen Knight fosse reescrito, como foi, em uma versão de filme de ficção, degradando a criação de Sir Arhur, Sherlock Homes, contra os Irmãos do próprio Sir Arthur em Londres).


Maçonaria e Religião (Síntese) - Os requisitos religiosos da Maçonaria são bastante simples: a crença em um Ser Supremo e a inexistência de qualquer interferência, ou mesmo persuasão contra, a crença individual do Maçom. Pode-se afirmar com segurança que a Maçonaria não é uma religião por uma simples razão; em geral, os adeptos acreditam que seus credos religiosos estão completamente certos. Isso significa que eles acreditam que todos os outros credos são, ao menos até certo ponto, errados. A posição da Maçonaria é oposta, uma vez que admite que haja alguma verdade em todas as percepções humanas de Deus e declina de afirmar que qualquer crença em particular é perfeita.


Nosso dever - Atravessamos uma época de crise abrangendo todos os pontos de vista, mas principalmente no comportamento humano, onde prevalecem a violência, o egoísmo, a corrupção e a licenciosidade, resultando, conseqüentemente, em insegurança quanto ao futuro imediato e gerando simultaneamente ceticismo, desencanto e conformismo.


Conscientizando-nos de nossas responsabilidades, cabe-nos trabalhar por uma sociedade melhor, dentro dos princípios da Razão e da Justiça e para tanto se faz urgente selecionar candidatos de valor para as escolhas de futuros maçons capazes de lutar permanentemente contra aquilo que á abominável, contra o que escraviza e degenera. Eu vos afirmo que o mundo está repleto de homens bons, cultos, sensatos, preciosos, de valor. Que sejam bem-vindos à Maçonaria e à Ordem!. .

 

Valdemar Sansão – M.’. M.’.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

AO MAÇOM ADORMECIDO!


www.brasilmacom.com.br - AO MAÇOM ADORMECIDO!Estar adormecido” Significa o maçom afastado de sua Loja. Cremos, porém que esse “adormecer” tem várias nuances, como por exemplo: “estar sonolento”, nem desperto nem em sono.

O maçom que se afasta de seus Irmãos e de sua Loja estará dando um passo impensado e cruel, uma vez que, com sua ausência, atingirá toda a Loja, rompendo a Cadeia de União, por ser ele um elo indispensável; sua ausência “enlutará” sua comunidade.

O maçom afastado sofre desgaste espiritual; mesmo que não se dê conta disso, o seu templo interior estará vazio e, assim, não poderá louvar o Criador do Universo.

Mesmo que surjam divergências entre os Irmãos, o afastamento prejudicará a quem se afasta; os demais suprirão a ausência com a admissão de novos candidatos.

Necessitamos do convívio permanente. Se estiver afastado, por qualquer motivo, retorne e será devidamente qualificado em todos os pontos da Maçonaria e encontrará uma plêiade de Irmãos prontos a recebê-lo e abraçá-lo, dizendo: Entre, tomai vosso assento. Nós esperávamos por vós...!

Não interrompa o destino; participe da corrente da Fraternidade. Será tão difícil olharmos nos olhos de nossos Irmãos e dizermos humildemente: “Perdão, eu me excedi, voltemos a viver fraternalmente no seio da Maçonaria?”

A prudência e o interesse de nossas Corporações Filosóficas, Academias, Lojas de Pesquisas, CÍRCULOS HERMÉTICOS, etc, lhes impõe o rigoroso dever de exigir a regularidade do candidato em suas Lojas Simbólicas, vetando a participação em seus Mistérios ao Obreiro (“placetado”).

Venham os que realmente além de serem dignos da acolhida, sejam “regulares” consoantes às regras maçônicas, capazes de contribuir ao fim proposto.

(Regular, sinônimo de obediência, de cumprimento dos deveres que aceitou). Regularidade Maçônica faz com que como filiado de uma potência e Loja regular esteja amparado espiritualmente e reconhecido por toda a Fraternidade Universal.

Assim será filiado (readmitido) e não mais “tolerado” como ex-Obreiro, mas sim RECONHECIDO como Irmão.

Volte a ser participante do grupo, mas doravante participe ativamente, esteja presente quando um Irmão precisar de sua ajuda; saiba usar as palavras certas de apoio e de estímulo, no momento certo; saiba respeitar o espaço do outro; saiba escutar e ajudar; se tiver de criticar, que seja com educação e bom senso, respeitando a opinião do outro; discorde sem magoar.

Lembre-se que do outro lado alguém vai ler, refletir, tirar ensinamentos, seguir nosso conselho, nossa sugestão, isso se estiver conforme.

Entenda que somos uma comunidade de Irmãos e amigos e que esta amizade pode deixar de ser virtual e transformar-se em real. Enfim, participar de uma lista de discussão, de um círculo hermético, é plantar uma semente que irá crescer e dar frutos e receber amor.

O Grande Arquiteto do Universo que tudo fez; que tudo sabe e que tudo vê; que me fez Maçom, porque não me fiz, nem sequer me tornei – simplesmente sou – porque ELE o quis!

Somos simples elos – parte de um todo que se faz UM – um por todos e em cada um. Vejo em mim esta Força magna brotando intacta, surgindo, crescendo, fazendo-me Força, tornando Bela a vida que trago em meu corpo, em meu ser pequeno; tão grande contudo, feito a cinzel, esquadro e compasso, nível e prumo, alavanca, régua e maço, talhado, trabalhado passo a passo em viagens, leituras, trabalhos... Devo embeber-me do espírito da Fraternidade!

E olho para o lado, vejo Irmãos. Às vezes os vejo – às vezes não os reconheço. Deixo de vê-los, às vezes, porque nos tornamos pequenos demais frente à grandeza da Ordem que representam. Nem os percebo quando a tolerância deixa de ser norma de conduta, quando querem provar que são cultos e superiores aos demais imaginando que suas opiniões, crenças e opções são as melhores. Os Irmãos já notaram que muitos acham ter muito a ensinar aos outros? E que, em geral, quase não se dispõem a ouvir?

Dão opiniões sobre tudo, impõem seu modo de ver, de pensar, de deliberar. Nem os noto quando a Caridade em seu sentido maior se vê substituída pela Vaidade, pela rigidez excessiva, que obedece mais o desejo de autoridade que à verdadeira busca espiritual.

É o profano que passou pela Câmara de Reflexão e não morreu, ingressou na Maçonaria, mas não renasceu, pois o espírito dela, sua filosofia, não entendeu. Passou o dia em brancas nuvens, não serviu e nem viveu...!

Quero vê-los, mas não consigo. Quero senti--los, mas eles se fizeram tão longe. Longe demais para estender a mão. Tarde demais para senti-los IRMÃOS!

Por Valdemar Sansão
www.formadoresdeopiniao.com.br

A LOJA SÃO JOSÉ Nº14 HOMENAGEIA, PELA OCASIÃO DO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO, O NOSSO IRMÃO, REI DO BAIÃO


Se vivo fosse, o nosso Ir.'. Luiz Gonzaga estaria completando hoje 100 anos. Que o G.'.A.'.D.'.U.'. trace um belo caminho para o Velho Lua no Oriente Eterno.
Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o “Rei do baião” 
 


Iniciou na Maçonaria no dia 03 de abril de 1971, na Augusta e Respeitável Loja Simbólica Paranapuan nº 1477, Oriente da Ilha do Governador, do Rito Moderno ou Francês.
Elevado ao Grau de Companheiro Maçom, no dia 14 de dezembro de 1971;
Exaltado ao Grau de Mestre, no dia 05 de dezembro de 1973.
Nos Graus Filosóficos iniciou no Grau 04, no dia 10 de agosto de 1984, no Sublime Capítulo Paranapuan, jurisdicionado ao Supremo Conselho do Brasil do Rito Moderno.
A música Acácia Amarela foi composta em 1981. O Irmão Luiz Gonzaga achou oportuno fazer uma homenagem a Maçonaria e elaborou a letra e o tema musical.
O Irmão Orlando Silveira deu algumas sugestões e harmonizou a melodia. Encerrado os trabalhos a música foi incluída no CD “O Eterno Cantador” do selo BMG-RCA, com arranjo de Orlando Silveira e vocal de Luiz Gonzaga.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

LEVANTANDO TEMPLOS


www.brasilmacom.com.br - LEVANTANDO TEMPLOSA maçonaria sempre teve como um de seus lemas levantar templos às virtudes e cavar masmorras aos vícios, mas no mundo profano de hoje, com a evolução da sociedade, o progresso e o avanço das tecnologias vem, aos poucos, e sem que percebamos, substituindo nossos valores e conceitos morais e éticos. Junto ao acelerado e contínuo crescimento da tecnologia e o aumento da chegada da informação, que hoje com a internet vem a ser imediata, veio também, como ônus destes benefícios, a troca de valores antes enraizados, e agora obsoletos e ultrapassados.

Conquistamos direitos imprescindíveis no mundo atual, como o voto feminino, a liberdade de expressão, de opção de crença ou credo, entre outros. Entretanto, ao longo dos anos, e sem que se fosse possível perceber, deixamos de nos importar, ou de darmos o devido valor a coisas que antes eram importantes.

As vezes me pergunto: Em que momento perdemos a noção do certo e do errado? Por que já não sentimos pelo próximo o respeito e a consideração que outrora procurávamos sentir? Será que a crueldade do mundo nos tornou insensíveis, ou a nossa insensibilidade que fez com que o mundo se tornasse mais cruel?

Lembro-me bem, no tempo de minha infância, quando meu avô, oficial da marinha e Senhor respeitado na comunidade, gabava-se por ser conhecido por sua moral e conduta ilibada, bom esposo e pai de família, que nunca deixou faltar aos seus e sempre caridoso com os necessitados. Atributos que foram passados ao meu Pai, verdadeiro exemplo em minha vida, posto que em minha infância e adolescência jamais pronunciou ou deixou pronunciar um palavrão que fosse em nossa casa, pois era considerado como santuário e sagrado o seu lar.

Quando ouvíamos uma tragédia, por menos que fosse, era motivo de comoção, todos se entristeciam e tinham solidariedade, diferentemente dos dias de hoje, quando já tornou-se um cotidiano vermos tragédias, e não mais nos importarmos com os problemas alheios.

Outra coisa que mudou em muito foram nossos valores morais. A ética, a moral e os bons costumes já não se fazem presentes na construção do caráter de todos os homens (por isso que o principal requisito para que o candidato seja aceito em nossa Ordem é que ele seja LIVRE E DE BONS COSTUMES). Hoje aquele que tenta ser correto em seus atos é visto como um tolo. Idolatra-se o errado, a ponto do correto vir a ser até motivo de descriminação e chacota. Ao entrarem no ônibus, trem ou metrô, ignoram-se os mais velhos, as gestantes, os deficientes físicos e as mães com seus filhos no colo; o importante é sentar.

Acostumamos a dizer que nada podemos fazer e assim nos acomodamos diante das notícias de familiares que se matam, pessoas insanas que mutilam crianças, seqüestros, extorsões, corrupção, prostituição infantil, terrorismo e tantas outras atrocidades que acontecem ininterruptamente, sem nenhuma solução, fazendo com que todos acreditem que tudo é muito normal e que lutar contra tudo isso é uma perda de tempo e uma grande bobagem.

A Maçonaria não pode se dar ao direito de abster-se de lutar contra essa troca de valores, ela é uma escola de líderes e como tal tem o dever de não prevaricar diante da batalha de criar um mundo melhor para a humanidade.

Em prova disto, faço minhas as palavras do texto abaixo:

“Fui criado com princípios morais comuns:

Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades. Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade. Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.

Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto. Anistia para corruptos e sonegadores. O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser. Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?

Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã!

E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe? Precisamos tentar. Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem. Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão!”.

Autor: Ir ∴ Ivan Barbosa Teixeira • M∴M∴
ARLS Vale do Itapemirim
www.revistauniversomaconico.com.br

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

A ÁGUIA BICÉFALA NA MAÇONARIA


www.brasilmacom.com.br - A ÁGUIA BICÉFALA NA MAÇONARIAA águia bicéfala, representativa do Rito Escocês Antigo e Aceito, talvez seja o símbolo maçônico mais conhecido depois do Esquadro e Compasso e do Delta Luminoso. Mas qual seria sua real origem na Maçonaria?

Alguns autores teimam em relacionar a águia bicéfala do REAA com a águia de Galash, com Bizâncio e Constantino, com o Império Romano, talvez querendo atribuir ao Rito uma antiguidade que não possui. Outros tantos autores afirmam que a águia bicéfala é herança de Frederico, o Grande. Algo ainda mais impossível, pois Frederico nada teve com o REAA e seu escudo de armas era de uma águia negra com apenas uma única cabeça.

Para que se compreenda a adoção de tal símbolo, é necessário voltar à origem do REAA, no Rito de Perfeição, então praticado na França:

Na década de 50 do século XVIII, a maçonaria conhecida como “escocesa” estava se desenvolvendo rapidamente na França, dominando a política interna da maçonaria naquele país. Foi então que, em 1756, surgiu o Conselho dos Cavaleiros do Oriente, dirigido por maçons da classe media, com o intuito de organizar os Graus Superiores. Já os maçons da classe alta e da nobreza, não desejando ficar para trás e deixar os opositores ganharem poder, criaram o Supremo Conselho de Imperadores do Oriente e do Ocidente. Ora, um ”Supremo Conselho“ soa mais do que um simples ”Conselho”, “Imperadores” são mais do que simples ”Cavaleiros”, e ”Oriente e Ocidente“ é o dobro do que apenas ”Oriente”! Dessa forma, esse Supremo Conselho conseguiu prevalecer, se tornando a "incubadora" do Rito de Perfeição, com seus 25 graus, os quais posteriormente serviram de base para o Rito Escocês Antigo e Aceito.

Como emblema, o Supremo Conselho de Imperadores do Oriente e do Ocidente buscou inspiração no Império Romano que, em seu auge, governou o Oriente e o Ocidente e adotou um sistema de dois governantes simultâneos. Nessa fase do Império, adotou-se a águia bicéfala para simbolizá-lo. O Supremo Conselho encontrou na águia bicéfala o símbolo do "Oriente e Ocidente" e acrescentou uma coroa sobre as cabeças das águias para simbolizar a realeza, afinal de contas, tratava-se de um Conselho de “Imperadores”.

Quando do surgimento do Supremo Conselho do Rito Escocês em Charleston, EUA, com seu sistema de 33 Graus, aproveitou-se o emblema do Rito de Perfeição, da águia bicéfala com a coroa, acrescentando acima dessa um triângulo inscrito com o número “33”. Além disso, optaram pela típica “águia americana”, com as penas da cabeça e da cauda brancas e o restante da plumagem marrom.

Já Lagash, alquimia, passado e futuro, bem e mal, Prússia, liberdade, Bizâncio e Constantino, espírito e matéria, fênix negra, tudo isso já é por conta da viagem de cada autor, não havendo relação alguma com o motivo da águia bicéfala ter sido adotada como símbolo do Rito Escocês Antigo e Aceito.

www.noesquadro.com

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A ITALIA NO BRASIL - LOJA MAÇÔNICA CUORE ITALIANO


www.brasilmacom.com.br - A ITALIA NO BRASIL - LOJA MAÇÔNICA CUORE ITALIANOA ARLS Cuore Italiano - GOB-ES, É uma Loja maçônica que se reúne quinzenalmente às sextas-Feiras(1º e 3ºs) no templo localizado às Ruas das Margaridas, 299-Bairro Jardim da Montanha - Santa Teresa/ES e que utiliza em suas reuniões o R.'.E.'.A.'.A.'. do Grande Oriente do Brasil no idioma Italiano em homenagem aos imigrantes italianos que aqui passaram e possui como  objetivo facilitar o intercâmbio entre a cidade de Santa Teresa/ES e seu pais de origem a Itália.

www.cuoreitaliano.org.br

domingo, 9 de dezembro de 2012

MARIANNE E A MAÇONARIA


www.brasilmacom.com.br - MARIANNE E A MAÇONARIAVocê sabe a relação entre a Estátua da Liberdade e a mulher estampada nas notas do Real? Elas são a mesma pessoa: Marianne. E, por incrível que pareça, Marianne não está presente apenas nos EUA e em nosso rico dinheirinho. Ela também está presente na Maçonaria.

Até os livros escolares já se renderam à verdade de que a Maçonaria teve papel fundamental na Revolução Francesa, com a qual compartilha seu principal lema: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. Pois bem, a Liberdade deveria ser o primeiro princípio a ser alcançado, pois sem Liberdade não haveria como promover a Igualdade e vivenciar a Fraternidade. E os franceses adotaram como símbolo dessa liberdade a imagem de uma mulher, a qual ficou conhecida como Marianne. Seu surgimento deu-se entre Setembro e Outubro de 1792, e seu nome nada mais é do que a união de Marie e Anne, dois nomes muito comuns entre as mulheres francesas do século XVIII. Marianne se tornou símbolo da Revolução e de seus ideais e, com o êxito do povo, alegoria da República. Era chamada por uns de “Senhora da Liberdade” e por outros de “Senhora da Maçonaria”.

Bustos de Marianne contendo o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” não somente podem ser vistos em praticamente todas as prefeituras e principais edifícios públicos da França, como é peça obrigatória em todos os templos maçônicos daquele país. Há várias versões de Marianne portando objetos diversos, entre o famoso barrete, feixes, coroa, triângulo, estrela flamígera ou mesmo segurando uma colméia (ah, vá?). Em uma de suas versões mais populares, Marianne veste uma faixa maçônica contendo Esquadro e Compasso, abelhas, Nível e Prumo.

Quando a França resolveu presentear os EUA em comemoração aos seus 100 anos de declaração de independência, fez isso através da Estátua da Liberdade: uma versão maçônica de Marianne, feita pelo maçom Frederic Auguste. Não demorou para que Marianne se tornasse alegoria da República em todo o Ocidente, incluindo, é claro, o Brasil. Se os americanos conseguem ver a Maçonaria na nota de um dólar, através do "Olho que tudo vê", nós brasileiros podemos encontrá-la em todas as nossas notas através dela, Marianne, a Senhora da Liberdade, a Senhora da Maçonaria.


sábado, 8 de dezembro de 2012

SER MAÇOM E UMA DÁDIVA DE DEUS


SER MAÇOM É UMA DÁDIVA DO HOMEM
www.brasilmacom.com.br - SER MAÇOM E UMA DÁDIVA DE DEUSSer maçom é uma dádiva que o homem livre e de bons costumes consegue alcançar em sua vida , pois não é fácil a luta contra os pensamentos  que vem desvirtuar o seguimento dos ensinamentos que a ordem  oferta ao  obreiro que quer aprender e colocar  em prática  de forma que o conduza  na trilha do bem,  e de ajudar  ao ser humano com discrição e presteza  dentro dos princípios maçônicos.

A vida de um maçom é de estar se policiando a cada minuto que passa em sua vida diária, tem que se auto observar como esta agindo na sociedade profana, onde se prática os ensinamentos da ordem para que possa  estar livre e com os costumes sempre bons diante de qualquer fato, para não agir como profano.

Nas coisas mais simples que fazemos é onde mostramos que ser maçom é ser capaz de resolver de forma maçônica e não profana como das muitas vezes agimos, só depois de refletirmos é que observamos que aquela ação foi profana e que não é daquele modo que deveríamos agir diante de um problema simples,  onde com a razão, paciência e tolerância se podia ter tomado uma solução mais adequada e que caracteriza um verdadeiro maçom.

Diante de fatos concretos ser maçom é ter muita responsabilidade diante da humanidade, pela qual o objetivo da ordem é estar sempre alerta para conduzir  os nossos semelhantes a alcançar um caminho que o levará a perfeição diante a sua vida em família, trabalho, socialmente, e demais aspectos da vida diária.

O mundo  ficará melhor se pormos em prática as nossas experiências que adquirimos na família, sociedade e em diversos pontos que  venha dar essa ênfase de alcançar os momentos de melhora e de apoio que  o nosso semelhante necessita para ser feliz.

O Maçom é cobrado por todas as partes que ele transita porque a ordem tem essa capacidade de transmitir a sociedade profana o quanto somos unidos, respeitadores das leis, e a outrem,  onde temos que sempre  mostrar que somos homens capazes de tomar decisões de forma pacífica, tolerante, e sempre buscando a solução adequada para resolver qualquer que seja o problema que venha às nossas mãos.

O  exemplo é a melhor forma de fazermos as pessoas verem que a nossa Ordem faz homens capazes de estender a mão para aqueles que necessitem de uma forma ou de outra da nossa ajuda, de modo discreto como é a particularidade  de nossa ordem, fazer o bem sem que outrem saiba quem o fez, porque assim é a lei do G.´.A.´.D.´.U.´. que nos dá força e esperança de alcançarmos a vitória diante dos objetivos da ordem maçônica, que é liberdade, igualdade e fraternidade .


Ir.´. Leonardo de Souza
ARLS Areópago de Brasília n.3001
Brasília - DF

BRAZILIAN LODGE - DO BRASIL À NY


www.brasilmacom.com.br - BRAZILIAN LODGE - DO BRASIL À NYA Loja Maçônica Brasileira de Nova York reconhecida com o título distintivo de Brazilian Lodge No 1182 foi fundada no dia 07 de setembro de 2000, A.L., 6000, recebendo sua Dispensa Provisória das mãos do Past Grande Secretário, M:.W:. Gary Hennninsen e do Past Grão-Mestre, M:.W:. Carl J. Smith, em 16 de Junho de 2001, integrando-se a um dos mais diversificados e prestigiados Distritos Maçônicos, conhecido como The Cosmopolitan Tenth, jurisdicionada à Grande Loja Maçônica do Estado de Nova York.
 

Brazilian Lodge No1182 concluiu seu período probatório um ano depois, quando lhe foi concedido seu alvará definitivo ou Carta Constitutiva.
Os registros iniciais mostram que os Irmãos de nacionalidade brasileira oriundos de diferentes Lojas Maçônicas do mesmo Distrito, entre elas La Fraternidad Lodge No 387La Universal No 751Garibaldi Lodge No 542 e Mazzini Lodge No 824, começaram a se reunir no início de 1999 para formarem a Brazilian Lodge No 1182. A maioria de seus membros fundadores fazem parte ainda hoje da Loja Maçônica La Fraternidad No 387, considerada portanto, a nossa Loja-Mãe.

O esforço em conjunto e o apoio incondicional de vários Irmãos e Dignatários foi o alicerce principal que deu base a essa iniciativa.
A Brazilian Lodge No 1182 se orgulha de ter no seu quadro de Obreiros, Irmãos que enriquecem a nossa amada Instituição pela determinação de seu caráter em levar adiante os princípios de LiberdadeIgualdade e Fraternidade.

Fonte: www.brazilianlodge.1182.org

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

REFLEXÃO: PROVÉRBIO INDIANO


www.brasilmacom.com.br - REFLEXÃO - PROVÉRBIO INDIANO
Para Reflexão dos Irmãos,

“Melhor que os ignorantes são os que lêem livros;

Melhor que estes sãos os que retêm o lido na memória;

Melhores ainda são os que entendem o que leram;

Mas os melhores “de todos são os que começam a agir.”

                                                   Provérbio indiano.

Ir.'. Falcão
Or.'. de Vitória-ES